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Israel prende o governador palestino de Jerusalém

Motivo da detenção foram crimes cometidos na Cisjordânia ocupada, segundo a Organização para a Libertação da Palestina.
France Presse

Israel prendeu o governador palestino de Jerusalém por crimes que teria cometido na Cisjordânia ocupada, que não foram especificados, informou a Organização para a Libertação da Palestina (OLP).

O governador Adnan Gheith foi detido no sábado (20) à noite no bairro palestino de Beit Hanina, em Jerusalém Oriental, ocupada e anexada por Israel. Será apresentado a um tribunal dentro de quatro dias, afirma a OLP em um comunicado.

Para o dirigente da OLP Saeb Erakat, a detenção é "um novo passo contra a presença palestina em Jerusalém" e constitui uma violação da legislação israelense a respeito das instituições palestinas da cidade.

"As ameaças contra dirigentes palestinos, sua detenção, inclusive o 'sequestro' do governador Gheith, são parte de um plano que pretende sufocar todas as bases de uma solução política com dois Estados e com as f…

Congresso dos EUA prepara sanções 'demolidoras' contra Rússia

As medidas antirrussas, propostas pelos senadores dos EUA, serão as mais duras nunca antes introduzidas, de acordo com um dos autores do projeto da lei.


Sputnik

O projeto introduzido por um grupo de senadores prevê adotar sanções contra a dívida pública da Rússia e impedir investimentos norte-americanos para projetos energéticos, apoiados pelas empresas governamentais russas.

Prédio do Congresso dos EUA, Washington
Congresso dos EUA | CC BY 2.0 / Stephen Melkisethian

As sanções também serão impostas contra os políticos e empresários. Em particular, planeja-se descobrir quais ativos possui o presidente da Rússia, Vladimir Putin.

Ademais, os autores da iniciativa propõem criar o centro nacional responsável pela luta contra "desinformação russa".

Medidas mais duras

As medidas antirrussas, propostas pelos senadores dos EUA, serão as mais duras nunca antes introduzidas, opina um dos autores do projeto da lei, senador Lindsey Graham.

"O regime atual de sanções não conseguiu impedir a Rússia de interferir nas eleições intercalares (de meio de mandato) de 2018. Nosso objetivo é alterar o status quo e introduzir sanções demolidoras e outras medidas contra a Rússia de Putin", diz o comunicado de Graham.

Entretanto, até hoje os EUA não forneceram nenhuma prova de interferência russa nas eleições norte-americanas.

Segundo declarou o senador, se a Rússia quiser se livrar de sanções, terá que suspender os ataques cibernéticos contra os EUA e mudar sua política na Síria e Ucrânia.

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