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Pentágono se diz pronto para admitir ter muitos 'criminosos' nas suas tropas

Depois que uma série de terríveis desastres de relações públicas que expôs soldados de elite dos EUA sendo presos por posse de drogas, abuso, estupro e assassinato, o Pentágono está reprimindo questões disciplinares em seu Comando de Operações Especiais, segundo um novo relatório.
Sputnik

Com "alegações de falta grave" acumulando-se altas demais para serem ignoradas após duas décadas de guerra, o general Raymond "Tony" Thomas, chefe do Comando de Operações Especiais, e Owen West, chefe de Operações Especiais e Conflito de Baixa Intensidade do Pentágono, esboçaram um ambicioso plano de 90 dias para descobrir como o corpo de elite militar se perdeu.


O primeiro de seu tipo, a avaliação profissional pretende "rever e reforçar os padrões éticos e de conduta", segundo documentos adquiridos pelo jornal The Washington Times.

"O primeiro passo em qualquer programa de tratamento é admitir que você tem um problema", disse uma autoridade do Comando de Operações…

Corveta Barroso: Marinha ainda tem dúvidas sobre modernização

O Comando da Marinha do Brasil (MB) fixou como meta: os escoltas que ela vier a adquirir na década de 2020 devem poder operar tanto o helicóptero AH-11B Super Lynx, do 1º Esquadrão de Helicópteros de Esclarecimento e Ataque, quanto o SH-16 (Sikorsky S-70B Seahawk), do 1º Esquadrão de Helicópteros Anti-Submarino da Força Aeronaval.


Por Roberto Lopes | Poder Naval

“Isso aumenta a flexibilidade e o leque de missões”, informou por e-mail ao Poder Naval um oficial da ativa que trabalha no assunto da renovação da Força de Superfície da Esquadra. “Desta forma, dependendo da ameaça/missão, será embarcado o Seahawk ou o Super Lynx. Essa opção não é utilizada hoje em dia, pois nossos atuais escoltas só podem receber o Lynx. Os futuros poderão receber os dois”.

Corveta Barroso - V34
Corveta Barroso – V34

Mas a verdade é que o tema dos novos escoltas vai além de programas hoje prioritários, como o da obtenção de quatro navios da Classe Tamandaré – para o qual foi aberto concorrência internacional, disputada por nove consórcios liderados por estaleiros da Europa e da Índia.

Há muita expectativa, por exemplo, acerca da modernização que se imagina factível na corveta Barroso.

A remodelação do navio integra, conforme se sabe, o rol de offsets exigido ao consórcio vencedor do Programa Tamandaré, mas o detalhamento dessa compensação – seus itens técnicos, prazos e valores envolvidos – permanecem virtualmente em aberto. Dependentes, claro, das possibilidades do consórcio que vier a ficar com os navios Tamandaré, mas não apenas disso, também do grau de exigências da Marinha.

A questão das modificações na corveta está sob o crivo de especialistas da Diretoria de Gestão de Programas da Marinha (DGePM), da Diretoria de Engenharia Naval (DEN) e da Diretoria-Geral do Material da Marinha (DGMM).

Parte desses militares entende que, se a Marinha não aportar recurso algum à modernização da Barroso, o navio terá, apenas, no âmbito do compromisso de offset, uma substituição de sistemas e armamentos, o que já seria muito – e caro – mas não representaria a mudança que esses oficiais julgam necessária para uma unidade que ainda vai atravessar os desafios dos próximos 20 anos, operando em áreas marítimas afastadas da costa, e potencialmente inóspitas.

Popa 

Nos estudos que vêm sendo feitos na Marinha ainda não há definição sobre a possibilidade de 

(a) se aumentar o convoo da Barroso até o espelho de popa, e 

(b) – tão importante quanto isso – fechar o convés abaixo do convoo.

Tais obras poderiam, efetivamente, reduzir a assinatura radar da corveta – tanto a lateral, quanto a traseira –, mas para alguns oficiais esses ganhos não seriam significativos. Ou, em outras palavras: a relação custo/benefício dessas modificações precisaria ser mais bem avaliada.

O aumento no convoo tem a ver, diretamente, com a possibilidade de pouso seguro a bordo para os SH-16, um aparelho bimotor de 10,4 toneladas (preparado para cumprir missões antissubmarino) que mede 19,75 m de comprimento, 5,2 m de altura e tem um diâmetro do rotor da ordem de 16,35 m.

Apenas como dado de comparação: o AH-11B Super Lynx de menos de 6 toneladas (totalmente pronto para operar) tem pouco mais de 15 m de comprimento e 3,8 m de altura; o diâmetro do rotor principal não ultrapassa os 12,8 m.

A questão é que, para receber um helicóptero com as dimensões do SH-16, o hangar da corveta precisaria ser objeto de mudanças significativas.

O simples aumento do convoo representará uma melhoria pela metade: o Seahawk desce no navio mas não será guardado no hangar – o que, na opinião de alguns chefes navais, parece um desperdício de dinheiro.

Por outro lado, a decisão de ampliar o hangar exigirá mudança de grande porte, como a feita pela Marinha do Chile para que suas fragatas multifunção da Classe Karel Doorman (também conhecidas como Classe M), adquiridas à Holanda, pudessem operar os grandes helicópteros AS332F1 Super Puma, de 8 toneladas (carregado), 14,48 m de comprimento e 4,92 m de altura.

No caso de o Comando da Marinha do Brasil optar pela alternativa mais completa e dispendiosa – substituição de sistemas, sensores e de armamentos, bem como modificações no convoo, no hangar da aeronave e no convés abaixo do deck de operações aéreas– os serviços na Barroso deverão consumir ao menos dois anos.

E de acordo com um dos oficiais consultados pelo PN, o trabalho será mais complexo que o realizado pela Real Marinha Australiana em suas fragatas Meko 200 ANZ, pois nesses navios o convoo já se estendia até o espelho de popa. Foi necessário, apenas, fechar o convés abaixo.

Classe Inhaúma 

Ao lado das interrogações que cercam a reforma da Barroso, persistem, igualmente, algumas incertezas relativas à capacidade de as corvetas Júlio de Noronha e Jaceguai – Classe Inhaúma –, de 2.000 toneladas, se reintegrarem à rotina do setor operativo da Marinha.

Especialmente para as comissões mais exigentes, de patrulhamento oceânico no Atlântico Sul e exercícios navais ao lado de navios de outras Marinhas.

Após um demorado período de revitalização e reparos, as Inhaúmas – construídas no Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro entre o fim dos anos de 1980 e o início da década seguinte – parecem, finalmente, aptas a navegar (a Júlio de Noronha esteve na Parada Naval de recepção ao PHM Atlântico, sábado passado), mas a sua propulsão, que foi inspecionada e revitalizada, carece de avaliações mais completas.

Outro problema é o da defasagem tecnológica dos seus sistemas, sensores e armamentos.

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