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Oficial do Hezbollah: nossos mísseis podem atingir qualquer ponto de Israel

O Hezbollah é capaz de atingir qualquer ponto em Israel com seus mísseis, disse Sheikh Naim Qassem, secretário-geral adjunto do movimento libanês Hezbollah em entrevista ao jornal iraniano al-Vefagh.
Sputnik

"Não há um único ponto nos territórios ocupados fora do alcance dos mísseis do Hezbollah", disse Qassem.


Segundo o alto funcionário, os mísseis servem para impedir Israel de iniciar outra guerra com o Líbano, expondo a "frente israelense".

Qassem comentou também a guerra na Síria, onde o Hezbollah desempenhou um papel ativo na assistência ao governo sírio contra vários agrupamentos terroristas, incluindo o Daesh e Frente al-Nusra (grupos terroristas proibidos na Rússia). O funcionário elogiou as vitórias alcançadas contra os terroristas, mas criticou os EUA por sua suposta obstrução ao processo de paz.

As tensões entre Tel Aviv e o movimento libanês xiita Hezbollah aumentaram em 4 de dezembro depois que as tropas israelenses lançaram a operação Northern Shield, dest…

Em que região pode começar 3ª Guerra Mundial?

O vice-presidente da Academia das Ciências de Mísseis e Artilharia Russa, Konstantin Sivkov, enumerou os lugares onde os conflitos locais podem desencadear uma Terceira Guerra Mundial.


Sputnik

No artigo publicado no diário Voenno-Promyshlenny Kurier, Sivkov opina que os conflitos militares "se intensificam através do agravamento das tensões regionais", apoiados pelos países ocidentais. "Um detonador pode ser o surgimento de um Estado curdo com a separação de uma parte do território do Iraque e da Síria", opina o especialista. Sivkov não exclui que os problemas internos dos grandes países, por exemplo, da Turquia, possam provocar guerras civis.

Helicóptero militar (imagem ilustrativa)
CC0 / mohamed_hassan / Helicóptero militar

De acordo com ele, "há uma possibilidade de agressão por parte dos EUA, Israel, países da OTAN e seus aliados das monarquias do golfo Pérsico contra o Irã". "Será uma guerra de escala local", escreve Sivkov. Como motivo de surgimento de tal guerra o especialista considera "o recomeço do programa nuclear e de mísseis do Irã ou início de um conflito militar entre Teerã e um dos países-chave do golfo Pérsico, mais provavelmente, a Arábia Saudita".

"A guerra no Iêmen vai continuar. A base geopolítica destes e de outros conflitos na África será a oposição da Arábia Saudita e dos EUA, por um lado, e da China e do Irã por outro, pelo domínio na região", opina analista.

Em especial, Sivkov assinala a guerra no Afeganistão, em que a China pode ser envolvida, a "repartição de esferas de influência" no Ártico e o empenho de alguns países latino-americanos de sair de sob a tutela dos EUA.

Conforme o analista, na Ásia os principais focos de tensões militares a médio prazo ficam na península coreana, entre o Japão e a China por causa das ilhas disputadas, entre o Japão e a Rússia por causa das Curilas, bem como a questão de Taiwan.

Em fevereiro de 2018, Sivkov propôs criar um megamíssil termonuclear com o custo de 210 bilhões de dólares (787 bilhões de reais) para liquidar a ameaça de asteroides, tendo também apresentado a sua visão do papel da Ucrânia em uma possível guerra entre os EUA e a Rússia.

Em novembro de 2017, ele aconselhou a Rússia, em resposta à saída dos EUA do Tratado de Forças Nucleares de Alcance Intermediário, a posicionar portadores de armas nucleares não tradicionais. Por exemplo, conforme Sivkov, a Rússia tem que criar ogivas nucleares muito potentes capazes de "iniciar no território dos EUA processos geofísicos catastróficos, por exemplo, a erupção do vulcão Yellowstone".

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