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Militares juntam-se à polícia em protesto dos "coletes amarelos". Há 31 detidos

Os militares da operação antiterrorista "Sentinela" foram mobilizados para proteger as principais instituições francesas. Ao final da manhã, os coletes amarelos eram ainda em pequeno número na capital e quase invisíveis entre a população.
Diário de Notícias

As forças armadas francesas juntaram-se à polícia, este sábado, em Paris, para enfrentar o 19º fim de semana consecutivo de protestos dos coletes amarelos contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Ao final da manhã, com os locais habituais de manifestação interditos e o reforço militar junto às principais instituições francesas, os "coletes amarelos" passavam quase despercebidos entre turistas e parisienses.

Segundo a Reuters, o governo francês decidiu mobilizar os militares da operação antiterrorista "Sentinela", depois de ter proibido os manifestantes de se reunirem nos Campos Elísios, onde no último fim de semana dezenas de lojas foram destruídas e algumas completamente pilhadas.

Além da presença …

EUA ameaçam Turquia com mais sanções se pastor não for libertado

'Temos mais do que estamos planejando fazer se eles não o libertarem rapidamente', disse secretário do Tesouro norte-americano.


Por G1

O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Steven Mnuchin, disse nesta quinta-feira (16) que os Estados Unidos estão prontos para impor mais sanções à Turquia caso o pastor Andrew Brunson, acusado de terrorismo, não seja libertado.

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Steven Mnuchin | AP Photo/Manuel Balce Ceneta

"Temos mais do que estamos planejando fazer se eles não o libertarem rapidamente", disse Mnuchin, durante reunião do gabinete do presidente Donald Trump, informou a agência de notícias Reuters. A declaração foi feita após os EUA descartarem retirar as tarifas sobre o aço importado da Turquia.

secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Steven Mnuchin, disse nesta quinta-feira (16) que os Estados Unidos estão prontos para impor mais sanções à Turquia caso o pastor Andrew Brunson, acusado de terrorismo, não seja libertado.

"Temos mais do que estamos planejando fazer se eles não o libertarem rapidamente", disse Mnuchin, durante reunião do gabinete do presidente Donald Trump, informou a agência de notícias Reuters. A declaração foi feita após os EUA descartarem retirar as tarifas sobre o aço importado da Turquia.

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