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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

FAB treina combate além do alcance visual na Ala 2

São mais de 300 militares operando e dando suporte às 40 aeronaves envolvidas na missão


Poder Aéreo

O Exercício Técnico BVR ocorre até o dia seis de setembro na Ala 2, em Anápolis (GO). Várias unidades de aviação de caça, reconhecimento e transporte estão realizando missões de combate simulado, controle e alarme em voo, reabastecimento em voo, posto de comunicação no ar e defesa de aeronave de alto valor.

Aeronaves no Exercício Técnico BVR
Aeronaves no Exercício Técnico BVR

O treinamento, que começou no dia 20 de agosto, é feito em conjunto e tem o objetivo de instruir as Unidades de Defesa Aérea na doutrina de combate BVR (do inglês, Beyond Visual Range, ou seja, além do alcance visual). Nessa atividade, os pilotos não conseguem visualizar o alvo e devem aprender a combater gerenciando seus sistemas internos. São técnicas que estão de acordo com as utilizadas atualmente pelas unidades aéreas que fazem parte da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN).

No Exercício participam o Primeiro Grupo de Aviação de Caça (1º GAVCA) e os Esquadrões Jaguar (1° GDA), Pampa (1º/14º GAV), Pacau (1º/4º GAV), Carcará (1°/6º GAV), Guardião (2º/6º GAV), Gordo (1º/1º GT), Corsário (2º/2º GT), Poker (1°/10° GAV), Centauro (3°/10° GAV), Arara (1°/9° GAV), Onça (1°/15° GAV) e Pantera (5°/8° GAV), além do Primeiro Esquadrão de Aviões de Interceptação e Ataque (VF1) da Marinha do Brasil. São mais de 300 militares operando e dando suporte às 40 aeronaves envolvidas na missão.

O BVR acontece desde 2012, podendo ser realizado duas vezes no ano. “A Ala 2 é escolhida para sediar o exercício por ser uma base exclusivamente militar, com áreas específicas para treinamento, sem interferência do tráfego aéreo geral, e também devido à meteorologia extremamente favorável nesta época do ano”, disse o Comandante da Ala 2 e Diretor do Exercício, Coronel Aviador Antonio Marcos Godoy Soares Mioni Rodrigues.

Neste ano, esse treinamento faz parte do preparo para a Operação CRUZEX FLIGHT 2018, o maior exercício multinacional e conjunto realizado pela FAB, que ocorrerá em novembro, na cidade de Natal (RN).

FONTE: Força Aérea Brasileira

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