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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Irã estaria movendo mísseis ao Iraque como mensagem de alerta aos seus inimigos

Movimentação de mísseis iranianos para o Iraque está causando preocupação aos seus inimigos, além de agravar as tensões entre Teerã e Washington, que já abandonou o acordo nuclear de 2015, segundo artigo da Reuters.


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Segundo informações de representantes de duas fontes da inteligência iraquiana, o Irã está transferindo mísseis para os xiitas no Iraque, além de estar desenvolvendo a construção de outros mísseis para deter ataques contra seus interesses no Oriente médio, servindo isso como um alerta aos seus inimigos,conforme artigo publicado por John Irish e Ahmed Rasheed no site da Reuters.

Lançamento de um míssil balístico pelo Irã
Lançamento de míssil balístico iraniano © AP Photo / Amir Kholousi

Os mísseis transferidos são balísticos de curto alcance e são um "plano B" caso o país seja atacado, sendo totalmente de caráter defensivo. Os mísseis em questão são Zelzal, Fateh-110 e Zolfagar, possuindo um alcance aproximado de até 700 km.

O Irã está sendo acusado pelos países ocidentais de transferir mísseis e tecnologias para Síria e outros aliados, como os rebeldes houthis no Iêmen e os libaneses do Hezbollah. Segundo os representantes da inteligência, a transferência de mísseis foi designada como forma de enviar um alerta aos EUA e Israel, principalmente após os ataques aéreos contra tropas iranianas na Síria, além disso, o Irã está utilizando fábricas no Iraque, em áreas controladas por milícias xiitas, para produção de mísseis.

Por outro lado, os EUA, que já vive um clima de tensão após o presidente americano, Donald Trump, ter anunciado em maio passado a retirada de Washington do acordo nuclear iraniano, firmado em 2015 pelas principais potências mundiais e Teerã, tentam fazer com que seus aliados também adotem essa política contra o Irã.

Com o transporte dos mísseis, o Irã pretende enviar uma forte mensagem aos seus inimigos, não só na região, mas também aos EUA, podendo atacar qualquer um e em qualquer lugar, segundo um funcionário iraquiano.

Vale ressaltar ainda que, recentemente, o vice-comandante do Exército dos Guardiões da Revolução Islâmica (IRGC) afirmou que as forças defensivas do Irã alcançaram um alto nível nos últimos anos e que estaria prevenindo todos os "inimigos belicosos" contra a realização de ataques contra o Irã. Além disso, foi informado também que a Marinha da Guarda Revolucionária iraniana controla totalmente o golfo Pérsico e que a Marinha dos Estados Unidos não é bem-vinda na região.

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