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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Israel ameaça Irã com conflito militar por estreito-chave no mar Vermelho

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, ameaçou o Irã com o início de um conflito militar, no qual também participaria uma coalizão internacional, caso Teerã feche uma importante via fluvial na região.


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Trata-se do estreito de Bab-el-Mandeb, que, devido à sua localização na entrada meridional do mar Vermelho, é uma das rotas marítimas mais transitadas do mundo. Também é uma passagem para o tráfego marítimo ao porto de Eilat, ao sul de Israel.

Benjamin Netanyahu, premiê de Israel
Benjamin Netanyahu © REUTERS / Thomas Coex

"Se o Irã tentar bloquear o estreito de Bab-el-Mandeb, estou convencido de que [Irã] enfrentará uma coalizão internacional para evitar o bloqueio e esta coalizão também incluirá todas as forças militares de Israel", destacou Netanyahu aos graduados do curso de capitães de elite da Marinha de Israel em sua base de treinamento naval, em Haifa.

O primeiro-ministro israelense fez uma referência ao ataque da semana passada, em que os houthis — os rebeldes iemenitas do movimento xiita Ansar Allah — realizaram contra os barcos petroleiros sauditas no mar Vermelho, próximo das costas ocidentais do Iêmen, causando um leve dano a uma das embarcações.

A coalizão internacional, majoritariamente integrada por países do Golfo Pérsico e liderada pela Arábia Saudita, que conta com o apoio dos Estados Unidos e Reino Unido, acusa o Irã de apoiar os houthis.

Pouco depois do discurso de Netanyahu, o ministro da Defesa do país, Avigdor Lieberman, disse aos graduados que o exército Israelense, que enfrenta ameaças de segurança nas fronteiras tanto ao norte como ao sul do país, é capaz de liderar uma guerra em múltiplas frentes.

"Valentes marinheiros, nossos homens de ferro, estão prontos a qualquer momento e para qualquer missão", postou no Twitter depois da cerimônia.

"Estarão prontos no mar Vermelho, ao norte e ao sul. Estamos prontos para uma operação em todas as frentes de uma vez, a postos para atacar o inimigo com um golpe poderoso", acrescentou.

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