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Israel concentra mais forças na fronteira com Faixa de Gaza e está pronto a agir

As Forças de Defesa de Israel (IDF, na sigla em inglês) concentraram mais forças na fronteira com a Faixa de Gaza e estão prontas para usá-las se for necessário, comunica a assessoria da entidade militar.
Sputnik

A decisão foi tomada no decurso da reunião no Estado-Maior e é uma resposta aos combates de ontem (11), que causaram morte de um militar israelense e sete palestinos.


"As IDF aumentaram suas forças no Distrito Sul e estão dispostas, se for preciso, a agir com mais vigor", destaca o comunicado da entidade.

No decurso da operação militar que teve lugar no enclave palestino neste domingo (11) um tenente coronel de uma unidade especial israelense foi morto. Ao mesmo tempo, a parte palestina perdeu sete homens, inclusive um comandante militar. Após os confrontos, os palestinos lançaram 17 mísseis contra o sul de Israel, dois deles foram interceptados pelos sistemas de defesa antiaérea Iron Dome (Cúpula de Ferro).

Foi igualmente informado que, tendo em conta a situação, o prim…

Jornal alemão iguala Bundeswehr à 'armazém de peças de reposição'

Bundeswehr (Forças Armadas da Alemanha) está em profunda crise, enfrentando uma grave falta de investimento, noticia o Suddeutsche Zeitung.


Sputnik

Segundo o jornal, 20% dos candidatos a cargos oficiais abandonam o serviço nos primeiros seis meses e a seleção de 8.500 voluntários previstos no plano para o serviço militar vem enfrentando mais e mais dificuldades com o passar dos anos.

Feierliches Gelöbnis der Bundeswehr
Foto: Britta Pedersen/dpa

Na lista dos problemas, a maior preocupação corresponde ao financiamento do exército alemão. Segundo a publicação, o orçamento da defesa para 2018, no valor de 38,5 bilhões de euros (R$ 170,9 bilhões) parece suficiente apenas à primeira vista — o exército não tem dinheiro suficiente. Metade do orçamento é usada para suprir as necessidades dos oficiais, uns 18% são destinados aos custos operacionais e apenas 13% do orçamento é investido nas compras de defesa.

Em particular, a publicação observa uma redução acentuada no número de tanques de 4.500 no final da Guerra Fria para 225 unidades. O dinheiro investido é absolutamente insuficiente para atender as demandas do exército no momento atual. Nesse sentido, para participar de missões da ONU no Afeganistão e no Mali, muitas vezes é necessário que as armas usadas na Europa sejam especialmente preparadas para condições meteorológicas complexas.

Exemplificando, o jornal cita a participação da Bundeswehr na operação afegã de 2001 a 2014. Para fornecer ao contingente alemão todo o necessário, o exército foi transformado em um "armazém de peças de reposição", perdendo a capacidade de defender a própria Alemanha e realizar tarefas dentro do bloco da OTAN, reporta a publicação.

A situação surgiu durante as ações do exército na Força-Tarefa Conjunta de Alta Preparação da OTAN, para o qual os militares alemães tiveram que coletar o transporte literalmente pelo país, escreve o jornal.

A publicação recorda que no governo alemão, que está em estado de crise política, há controvérsias sobre o aumento do orçamento de defesa de 1,3% para 1,5% do PIB. Mas especialistas acreditam que um aumento no orçamento de defesa não ajudará o exército a suprir suas necessidades. O ex-presidente do Comitê Militar da OTAN, Klaus Naumann, acredita que esses recursos vão, na melhor das hipóteses, reduzir o déficit que, devido à falta de recursos, vem crescendo desde o início dos anos 2000.

Anteriormente, o tabloide Bild, referindo-se ao relatório do Tribunal de Contas alemão, noticiou que a ministra da Defesa, Ursula von der Leyen, foi acusada de ter escondido os defeitos do equipamento militar e "embelezar as estatísticas". Segundo a publicação, no ano passado, nenhum submarino alemão estava em condição adequada para operação, era possível usar menos da metade das fragatas e tanques e apenas um em cada três helicópteros de combate.

Além disso, as corvetas, que a ministra afirmava ter "prontidão de combate", não dispunham de armas, os navios não possuíam mísseis guiados e havia escassez da tripulação nos submarinos.

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