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General brasileiro em forças dos EUA atrapalha laços com Moscou e Pequim, diz especialista

A decisão do Brasil de enviar um oficial para integrar as Forças Armadas dos Estados Unidos deve atrapalhar as relações do país com importantes aliados, como China e Rússia. A avaliação é do especialista em Relações Internacionais Paulo Velasco, que conversou nesta segunda-feira com a Sputnik sobre esse polêmico assunto.
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Na última semana, se tornou pública no Brasil a notícia de que o país indicará, até o final do ano, um general para assumir um posto no Comando Sul (SouthCom) dos EUA, que cobre América Central, Caribe e América do Sul, provocando controvérsias.


De acordo com o comandante responsável, o almirante Craig Faller, os interesses norte-americanos na região seriam ameaçados por Rússia, China, Irã, Venezuela, Cuba e Nicarágua, países com os quais o Brasil poderá ter relações prejudicadas por conta dessa situação, conforme acredita Velasco, professor adjunto de Política Internacional do Departamento de Relações Internacionais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (U…

Jornalista britânico diz ter descoberto canal de entrega de armas a combatentes na Síria

Os terroristas na Síria recebiam modernas armas europeias através da Arábia Saudita, escreve a revista britânica The Independent. O jornalista assegura ter descoberto toda a cadeia de entrega.


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Em Raqqa, cidade síria libertada de terroristas, Robert Fisk, entre outros jornalistas, visitou porões que abrigavam arsenais do grupo terrorista Al-Qaeda (proibido na Rússia e em vários outros países).

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© AP Photo / Hammurabi's Justice News

Em um dos abrigos antibombas, o jornalista encontrou um "log book", um guia de remessa de lança-minas M75 de 120 mm de padrão da OTAN, fabricados na Bósnia. No documento vazado havia a assinatura do chefe da empresa produtora, Ifet Krnjic.

"Sim, é a minha assinatura, eu me lembro desta remessa. 500 lança-granadas é uma grande quantidade para a Europa, e enviamo-los para a Arábia Saudita", confessou Krnjic.

"No início de 2016 seus representantes visitaram a fábrica, verificaram exemplares e nós fechamos um contrato", adicionou.

Ele frisou que as remessas de equipamento bélico eram oficiais, nos documentos Riad era mencionado como o destino final. Além disso, de acordo com as regras, as armas só podiam ser usadas pelo país para onde eram enviadas.

A embaixada da Arábia Saudita em Londres desmentiu a possibilidade de vazamento de armas às organizações terroristas. Enfrentando, Robert Fisk assegura ter encontrado nos armazéns de Aleppo também contêineres com mísseis antitanque produzidos nos EUA.

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