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Capacetes brancos preparam novas provocações na Síria, diz enviado russo na ONU

Membros dos Capacetes Brancos estão preparando novas provocações com substâncias tóxicas na Síria, disse o vice-embaixador russo na ONU, Vladimir Safronkov, nesta quarta-feira (24) na reunião do Conselho de Segurança da ONU.
Sputnik

Safronkov observou que os Capacetes Brancos acusariam o governo sírio pelo uso de tais substâncias.

Mais cedo nesta quarta-feira (24), o Major General Viktor Kupchishin, chefe do Centro Russo para a Reconciliação Síria, argumentou que funcionários da mídia estrangeira na província síria de Hama conduziram uma filmagem falsa da "morte" de uma família supostamente devido ao uso de armas químicas pelas tropas sírias.

Em diversas ocasiões, Moscou e Damasco apontaram que os Capacetes Brancos estavam produzindo provocações envolvendo o uso de armas químicas com o objetivo de culpar o governo da Síria e dar aos países ocidentais justificativas para a intervenção no país.
A estratégia de encenar ataques para usá-los como falsa bandeira tem sido usada repetida…

Jornalista britânico diz ter descoberto canal de entrega de armas a combatentes na Síria

Os terroristas na Síria recebiam modernas armas europeias através da Arábia Saudita, escreve a revista britânica The Independent. O jornalista assegura ter descoberto toda a cadeia de entrega.


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Em Raqqa, cidade síria libertada de terroristas, Robert Fisk, entre outros jornalistas, visitou porões que abrigavam arsenais do grupo terrorista Al-Qaeda (proibido na Rússia e em vários outros países).

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© AP Photo / Hammurabi's Justice News

Em um dos abrigos antibombas, o jornalista encontrou um "log book", um guia de remessa de lança-minas M75 de 120 mm de padrão da OTAN, fabricados na Bósnia. No documento vazado havia a assinatura do chefe da empresa produtora, Ifet Krnjic.

"Sim, é a minha assinatura, eu me lembro desta remessa. 500 lança-granadas é uma grande quantidade para a Europa, e enviamo-los para a Arábia Saudita", confessou Krnjic.

"No início de 2016 seus representantes visitaram a fábrica, verificaram exemplares e nós fechamos um contrato", adicionou.

Ele frisou que as remessas de equipamento bélico eram oficiais, nos documentos Riad era mencionado como o destino final. Além disso, de acordo com as regras, as armas só podiam ser usadas pelo país para onde eram enviadas.

A embaixada da Arábia Saudita em Londres desmentiu a possibilidade de vazamento de armas às organizações terroristas. Enfrentando, Robert Fisk assegura ter encontrado nos armazéns de Aleppo também contêineres com mísseis antitanque produzidos nos EUA.

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