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Marinha da Argentina fala sobre localização do submarino ARA San Juan

Embarcação desaparecida há 1 ano foi localizada neste sábado a 907 metros de profundidade. Ainda não há previsão de início dos trabalhos de resgate. 'Não temos meios para resgatar o submarino', diz ministro.
Por G1

A Marinha da Argentina informou neste sábado (17) que o submarino ARA San Juan, que sumiu há 1 ano com 44 tripulantes, foi encontrado a 907 metros de profundidade em uma área de "visibilidade bastante reduzida", e que a embarcação sofreu uma "implosão" no fundo das águas do Oceano Atlântico.

Segundo Enrique Balbi, porta-voz da Marinha, a proa, a popa e a vela se desprenderam do submarino e estão localizadas em uma área de 80 a 100 metros. “Isso sugere que a implosão tenha ocorrido muito perto do fundo”, disse.

Segundo a Marinha, as imagens mostram que o casco do submarino permaneceu bastante intacto, apenas com algumas deformações, e que todas as outras partes se desprenderam. A implosão teria ocorrido em razão da pressão externa do mar ter superado …

Kiev se gaba do 'poder' de suas Forças Armadas: 'Rússia se engasgará com próprio sangue'

O vice-ministro para os Territórios Temporariamente Ocupados da Ucrânia, Yuri Grymchak, ameaçou a Rússia com uma resposta "sangrenta".


Sputnik

Segundo ele, há dois anos que previu uma "ofensiva" da Rússia contra a Ucrânia e estimou uma série de derrotas ucranianas. No entanto, agora ele afirma que o Exército ucraniano possui condições melhores do que anteriormente. 

Militares ucranianos participam dos exercícios
Militares ucranianos © AFP 2018 / YURIY DYACHYSHYN

"Naquela época eu disse que eles [russos] se engasgariam com nosso e seu próprio sangue. Hoje me parece que eles se engasgarão com seu próprio sangue em caso de uma ofensiva", expressou ele em entrevista ao Apostrophe.

O vice-ministro observou que, durante esse período, Kiev "mudou muita coisa" no exército, no equipamento e no armamento, e a situação nas Forças Armadas da Ucrânia é "incomparável" em relação a 2014.

Frequentemente em Kiev tentam propagar as Forças Armadas da Ucrânia como sendo "defensoras de toda a Europa". Mas na realidade, o exército ucraniano enfrenta sérios problemas.

Em outubro do ano passado, o procurador militar Anatoly Matios relatou que, desde 2014, mais de dez mil militares foram mortos e feridos por motivos que não estão relacionados com os combates em Donbass. O ministro da Defesa da Ucrânia, Stepan Poltorak, justificou as perdas como sendo consequência de doenças, violação de medidas de segurança e consumo de álcool.

Em julho, o deputado da Suprema Rada (Parlamento da Ucrânia) Andrei Biletsky falou sobre a situação catastrófica do armamento das Forças Armadas ucranianas. Ele observou que o desgaste das armas disponíveis na Ucrânia desde os tempos soviéticos já está próximo a ser crítico e que o equipamento necessário não é fabricado devido à corrupção.

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