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Trump diz que novas sanções dos EUA sobre Irã miram líder supremo

O presidente norte-americano, Donald Trump, disse nesta segunda-feira que os Estados Unidos estão impondo novas sanções sobre o Irã, em meio a uma escalada nas tensões entre os dois países.
Por Steve Holland | Reuters 
WASHINGTON: Trump disse a repórteres que as sanções, que têm como alvo o líder supremo iraniano, aiatolá Ali Khamenei, são em resposta à derrubada de um drone norte-americano na semana passada.

Militar de 26 anos torna-se a primeira mulher piloto de caça no Japão

Ao receber sua certidão, a militar pioneira disse que espera que mais mulheres sigam seus passos.


EFE


A primeiro-tenente Misa Matsushima, de 26 anos, se tornou a primeira mulher piloto de aviões de combate do Japão, função que há apenas três anos era exclusivamente reservada aos homens.


Primeira Tenente Misa Matsushima posa no cockpit de um caça de superioridade aérea F-15J na base aérea de Nyutabaru, nos arredores de Miyazaki (Foto: Jiji Press/AFP)
Primeira Tenente Misa Matsushima posa no cockpit de um caça de superioridade aérea F-15J na base aérea de Nyutabaru, nos arredores de Miyazaki (Foto: Jiji Press/AFP)

Misa, que recebeu seu certificado como piloto de caças F-15 na última quarta-feira foi destacada para a base aérea de Nyutabaru, informou à Agencia Efe um porta-voz das Forças Aéreas de Autodefesa.

"Quero me tornar uma piloto completa o mais rápido possível para abrir caminho a outras mulheres", disse Misa Matsushima, após obter sua certidão, em declarações divulgadas pelo jornal japonês "Asahi".

A primeiro-tenente também manifestou seu desejo de que quando a vissem "aumente o número de pessoas que desejem ser piloto".

Misa Matsushima juntou-se às Forças Aéreas de Autodefesa após se formar na Academia Nacional de Defesa, em 2014, e dois anos depois de obter uma licença de piloto, começou a preparação para conduzir aviões de combate.

As Forças Aéreas de Autodefesa do Japão suspenderam o veto para presença de mulheres em todas as áreas em 1993, exceto na condução dos aviões de combate e reconhecimento, que foi aberta para mulheres em 2015.

A presença da mulher no exército japonês continua sendo baixa e apenas 6% do pessoal militar - 14 mil soldados - são mulheres, um número que está atrás de potências como os Estados Unidos e outros países industrializados, onde a média é dentre 10 e 15%, segundo dados do Ministério da Defesa do Japão.

O governo propôs dobrar a presença da mulher entre suas tropas nos próximos anos, em uma época que também busca promover sua incorporação em diferentes áreas de trabalho para enfrentar a falta de profissionais gerada pelo rápido envelhecimento da população e a baixa taxa natalidade.

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