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Putin ameaça retaliar se EUA instalarem mísseis na Europa

Em seu discurso sobre o estado da nação, presidente russo faz ataques a Washington e promete apontar seu arsenal para os Estados Unidos e para o continente europeu se mísseis americanos atravessarem o Atlântico.
Deutsch Welle

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, alertou nesta quarta-feira (20/02) que seu país responderá a um possível envio de mísseis americanos à Europa, fazendo com que não apenas os países que receberem esses armamentos se tornem alvos, mas também os Estados Unidos.


Em seu discurso anual sobre o estado da nação em Moscou, Putin elevou o tom ao comentar uma nova e potencial corrida armamentista. Ele afirmou que a reação russa a um possível envio seria rigorosa e que as autoridades em Washington – algumas das quais estariam obcecadas com o "excepcionalismo" americano – deveriam calcular os riscos antes de tomar qualquer medida.

"É o direito deles de pensar da forma que quiserem. Mas eles sabem fazer cálculos? Tenho certeza que sabem. Deixemos que eles cal…

Novo foco de tensão? Bombardeiros dos EUA aparecem sobre mar da China Oriental

De acordo com um recente comunicado militar do Comando Indo-Pacífico dos EUA, no início de agosto bombardeiros B-52 da Força Aérea dos EUA sobrevoaram o mar da China Oriental, nas proximidades do Japão, como parte de uma missão conjunta de treinamento com a Marinha dos EUA.


Sputnik

Dois bombardeiros B-52 Stratofortress da Força Aérea e dois aviões P-8 Poseidon da Marinha realizaram voos na região, no dia 1º de agosto, para melhorar a "integração das forças armadas", informou o Departamento de Relações Públicas da Força Aérea dos EUA no dia 3 de agosto.

Bombardeiro estratégico B-52 da Força Aérea dos EUA
B-52 Stratofortress da USAF © AP Photo/ Mindaugas Kulbis

Desde 2004, o Comando Indo-Pacífico dos EUA (USINDOPACOM), conduziu o chamado programa de "Continuous Bomber Presence" (CBP), afirma o comunicado.

De acordo com o USINDOPACOM, os exercícios foram realizados dentro do espaço determinado pelas leis internacionais, um espaço considerado "vital para os princípios que são a base do sistema operacional global baseado em regras".

Os voos podem ter prosseguido por mais de um dia, enquanto imagens da Força Aérea datadas de 2 de agosto mostram que um B-52 foi reabastecido.

De acordo com anúncios do governo dos EUA disponíveis publicamente, uma aeronave B-52 voou para o mar da China Oriental, depois de decolar da Base da Força Aérea de Barksdale, no Louisiana. Depois de conduzir uma missão de treinamento de rotina, os aviões aterrissaram na Base Aérea de Andersen, Guam, um território dos EUA na Micronésia.

Em junho, a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Hua Chunying, não pareceu apreciar a presença de bombardeiros americanos no mar do Sul da China. "Correr livremente é arriscado", disse ela aos repórteres.

"A China não terá medo de nenhum navio ou aeronave militar e tomaremos todas as medidas necessárias para defender a soberania e a estabilidade do país, para proteger a paz e a estabilidade do mar do Sul da China", disse a porta-voz.

Os EUA criticaram repetidamente Pequim por militarizar as áreas disputadas do mar do Sul da China com a construção de infraestruturas militares em arquipélagos também reivindicados por várias outras nações. Em junho, após outra incursão de um B-52 na região, Hua disse a repórteres durante um briefing: "Espero que os EUA deixem claro se estão considerando enviar armas estratégicas ofensivas como bombardeiros B-52 ao mar do Sul da China para militarizar […] Se você costuma ter alguém chegando à sua porta fortemente armado, você não deveria fortalecer suas capacidades de segurança e defesa?"

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