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EUA e Rússia revivem a Guerra Fria no Oriente Médio com duas cúpulas

Reuniões paralelas, na Polônia e na Rússia, representaram a revitalização do rompimento entre as potências sobre o Irã, a guerra na Síria e o conflito entre Israel e a Palestina
Juan Carlos Sanz e María R. Sahuquillo | El País
Sochi / Jerusalém - Em 1991, a Conferência de Madri estabeleceu um modelo para o diálogo multilateral no Oriente Médio após o fim da Guerra Fria, que havia colocado Washington contra Moscou na disputa pela hegemonia em uma região estratégica. Transcorridos mais de 27 anos, dois conclaves paralelos representaram nesta quinta-feira em Varsóvia (Polônia) e Sochi (Rússia) a revitalização do rompimento entre as potências sobre o Irã, a guerra na Síria e o conflito israelo-palestino. Os Estados Unidos e a Rússia, copresidentes em Madri em 1991, já não atuam mais como mediadores para aliviar as tensões e, mais uma vez, assumem um lado entre as partes conflitantes.

No fórum da capital polonesa, a diplomacia dos EUA chegou a um impasse ao reunir mais de 60 países em uma reu…

Revista norte-americana revela 'arma secreta' do tanque Armata

A arma secreta do tanque T-14, criado na base do Armata, é o sistema de proteção ativa Afganit, escreveu a revista National Interest.


Sputnik

De acordo com a edição, a proteção ativa do novíssimo tanque russo foi completada com "inovações e sistemas nunca antes vistos". Os desenvolvedores do Afganit pretendiam combinar em um só sistema as vantagens de dois: do sistema de proteção antitanque Drozd e do sistema de supressão ativa ótica e eletrônica Shtora.

Tanque da terceira geração T-14 Armata
Tanque russo T-14 Armata © Sputnik / Maksim Blinov

De acordo com a edição, o Afganit compreende a instalação de dois radares de varredura eletrônica ativa dos dois lados do canhão, cada um dos quais teria um ângulo de varredura um pouco maior que 90°. Estes radares funcionarão tanto em regime ativo, como em regime passivo. No regime passivo seriam capazes de detectar estações de radar de detecção de alvos terrestres e até, talvez, interceptar sinais enviados a mísseis guiados antitanque.

Além disso, o novo sistema incluirá um conjunto de sensores óticos para monitorar lançamentos de mísseis antitanque. Para os mesmos fins, o sistema será equipado com receptores a laser, utilizados desde os anos 80.

De acordo com a revista, o sistema Afganit inclui a instalação na parte traseira da torre do tanque de lançadores que disparam substâncias especiais para criação de cortinas de fumaça e dispersão de materiais que produzem a reflexão de ondas de rádio ou radiação térmica.

Além disso, o novo sistema incluirá uma plataforma que dispara projetis de choque com uma velocidade de cerca de 1,7 quilômetros por segundo para interceptar projetis antitanque, caso os meios de proteção "suaves" não sejam eficazes.

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