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China desenvolve 2 novos bombardeiros furtivos ao mesmo tempo, diz inteligência americana

A Força Aérea da China, que já tem dois caças furtivos, está trabalhando em dois novos projetos de aviões furtivos de médio e longo alcance, informou um relatório da inteligência militar dos EUA.
Sputnik

Os fabricantes de aviões chineses estão envolvidos em dois projetos de bombardeiros furtivos ao mesmo tempo, informou a edição Aviation Week, citando um relatório da Agência de Inteligência do Departamento de Defesa dos EUA.


A existência de um desses projetos, H-20 ou H-X, foi confirmada pela Força Aérea Chinesa em 2017. Entretanto, não foi divulgada nenhuma informação confiável sobre o segundo projeto.

De acordo com o Pentágono, o segundo projeto, designado JH-XX, envolve o desenvolvimento de um caça-bombardeiro de médio alcance. O avião será equipado com radar AESA, mísseis ar-ar e mísseis ar-terra. Os especialistas em inteligência militar estadunidense acreditam que essa aeronave entrará em serviço da Força Aérea chinesa não antes de 2025.

No desenvolvimento desses novos aviões de comba…

RFA Wave Ruler: sem tripulação e sem dinheiro para operar

O site Save The Royal Navy divulgou em sua conta do Twitter NavyLookout fotos do navio-tanque RFA Wave Ruler após reforma no estaleiro Cammell Laird.


Poder Naval

Segundo o site britânico, “o navio encontra-se atracado no Royal Seaforth Dock, Merseyside, em bom estado, mas infelizmente, parado devido à falta de mão-de-obra e dinheiro, com rumores de potencial venda para o Brasil.”

RFA Wave Ruler | FOTO: Frisia Bonn

Em 1 de junho de 2018, o jornalista Roberto Lopes noticiou com exclusividade no Poder Naval que a Marinha Real Britânica comunicou à Marinha do Brasil (MB) que se prepara para disponibilizar, no próximo ano, um dos seus dois navios-tanque da classe ” Wave” (RFA Wave Knight e RFA Wave Ruler) – unidades relativamente novas (apenas 15 anos de uso), de 196,5 m de comprimento, 31.500 toneladas de deslocamento carregado, e ampla capacidade de apoiar diferentes tipos de operações navais.

De acordo com uma fonte do Poder Naval no Ministério da Defesa, esse é o procedimento normal dos ingleses: eles primeiro investigam se a Marinha da “nação amiga” mostra interesse na embarcação a ser desativada; em caso afirmativo, formalizam a oferta do navio.

O Ministério da Defesa britânico diz que “não tem planos de vender os navios da classe Wave a uma nação estrangeira e não houve tais discussões com o governo brasileiro”.

Mas o mesmo foi dito quando foi ventilada pela primeira vez a possibilidade de venda do HMS Ocean.

Os navios da classe “Wave” custaram pouco mais de 100 milhões de libras esterlinas cada um, mas o preço de transferência ainda não foi definido.

Atualmente, a Força de Superfície da Marinha do Brasil depende de apenas um navio-tanque, o Almirante Gastão Motta (G23), um navio de 135 m de comprimento, 19 m de largura e 10.320 toneladas de deslocamento (carregado), operado por 121 tripulantes.

A Marinha tem, há vários anos, interesse em uma moderna unidade de Apoio Logístico, com deslocamento na faixa das 24 mil toneladas. A possível oferta inglesa daria um grande reforço nessa área vital.

Os classe “Wave” carregam até 16.500 m3 de diesel (equivalentes a 15 mil toneladas), 3.000 m3 de combustível de aviação, óleo lubrificante e água e 500 m3 de carga seca. Pode levar também até 8 contêineres refrigerados de 20 pés.

Equipamentos de osmose reversa instalados a bordo garantem a produção de 100 m3 de água potável ao dia.

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