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Militares juntam-se à polícia em protesto dos "coletes amarelos". Há 31 detidos

Os militares da operação antiterrorista "Sentinela" foram mobilizados para proteger as principais instituições francesas. Ao final da manhã, os coletes amarelos eram ainda em pequeno número na capital e quase invisíveis entre a população.
Diário de Notícias

As forças armadas francesas juntaram-se à polícia, este sábado, em Paris, para enfrentar o 19º fim de semana consecutivo de protestos dos coletes amarelos contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Ao final da manhã, com os locais habituais de manifestação interditos e o reforço militar junto às principais instituições francesas, os "coletes amarelos" passavam quase despercebidos entre turistas e parisienses.

Segundo a Reuters, o governo francês decidiu mobilizar os militares da operação antiterrorista "Sentinela", depois de ter proibido os manifestantes de se reunirem nos Campos Elísios, onde no último fim de semana dezenas de lojas foram destruídas e algumas completamente pilhadas.

Além da presença …

Senador pede que Estados Unidos parem de apoiar a guerra conduzida pelos sauditas no Iêmen

O senador Chris Murphy pediu que os Estados Unidos acabem com todo o apoio à guerra liderada pelos sauditas no Iêmen após uma investigação das Nações Unidas indicar que crimes de guerra estão sendo perpetrados com armas fornecidas pelos EUA.


Sputnik

"O Painel de Especialistas da ONU no Iêmen diz que é provável que crimes de guerra estejam sendo cometidos com armas e supervisão dos EUA, e mesmo assim Washington está tomando zero medidas em resposta", disse Murphy. "Como o Congresso pode continuar financiando esta guerra diante dos crimes de guerra apoiados pelos EUA?".

Artilharia do Exército saudita dispara contra o Iêmen a partir de um posto perto da fronteira saudita-iemenita, no sudoeste do país, em 13 de abril de 2015. A Arábia Saudita lidera uma coalizão de vários países árabes realizando ataques aéreos contra os rebeldes xiitas Huthis que invadiram a capital Sanaa em setembro e se expandiram para outras partes do Iêmen.
Militares da Arábia Saudita disparando contra o Iêmen © AFP 2018 / FAYEZ NURELDINE

Murphy estava comentando sobre um relatório ordenado pelas Nações Unidas que descobriu que o conflito no Iêmen estava violando a lei internacional.

"Simplesmente não há como nossa participação neste cataclismo de mortes de civis tornar nosso país mais seguro. O mundo está vendo o que estamos fazendo no Iêmen… Espero que este relatório seja um grande alerta para o Congresso e para a administração", disse.

Segundo o relatório, o Grupo de Peritos Eminentes Regionais e Internacionais no Iêmen sugere fortemente que as partes do conflito armado no Iêmen violaram e continuam a violar o direito internacional, com a coalizão liderada pela Arábia Saudita responsável pela maioria das vítimas civis documentadas.

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