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EUA vão suspender Tratado INF se Rússia não cumprir acordo, diz vice-secretário de Estado

Os EUA vão suspender suas obrigações no Tratado INF, que trata a respeito armas nucleares de médio alcance, no dia 2 de fevereiro se a Rússia não apresentar provas de que está cumprindo o acordo, disse o vice-secretário de Estado.
Sputnik

Em outubro, o presidente dos EUA anunciou que seu país abandonaria o Tratado INF, assinado pelos Estados Unidos e pela União Soviética em 1987.


Trump argumentou que Moscou estava desenvolvendo mísseis que violam esse pacto.

Em 4 de dezembro, o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, disse que Washington suspenderia sua adesão ao INF no prazo de 60 dias se a Rússia não voltasse a cumprir suas obrigações.

No entanto, a Rússia nega categoricamente todas as acusações. O líder russo, Vladimir Putin, declarou que Moscou se opõe à violação do Tratado INF, mas responderá se isso acontecer.

Taiwan desenvolve mísseis para reduzir vantagem militar chinesa, diz especialista

Em resposta à corrida armamentista da China, Taiwan desenvolveu seus próprios mísseis e interceptadores que poderiam reduzir a vantagem militar de Pequim sobre a ilha, afirmou um especialista em defesa.


Sputnik

Desde que o presidente Tsai Ing-wen assumiu o cargo em 2016, Taiwan implantou um conjunto de mísseis, aperfeiçoou um segundo e acelerou a produção de um terceiro, segundo analistas. É a mais recente indicação de como a ilha está lidando com a ameaça militar chinesa, o que aumentou as chances de um confronto armado.

Navios militares de Taiwan
Navios da Marinha taiwanesa © AP Photo / Wally Santana

O presidente chinês, Xi Jinping, tomou firme posição contra os defensores da independência de Taiwan e enviou navios de guerra, bombardeiros e caças a missões de treinamento nas águas ao redor da ilha, em uma demonstração de força militar.

Embora Pequim tenha uma crescente vantagem militar, os sistemas de mísseis de Taiwan aumentam suas chances de evitar uma guerra assimétrica com a China, disse Alexander Huang, professor de estudos estratégicos da Universidade Tamkang, em Taiwan.

"Taiwan tem recursos limitados e só pode investir na área que criaria uma espécie de vantagem assimétrica, o que pode dissuadir os chineses de agirem", disse Huang.

Ambos os lados foram governados separadamente desde a Guerra Civil Chinesa nos anos 40. Hoje, a China continua reivindicando soberania sobre Taiwan.

Pequim não descarta usar a força para unificar os dois lados, uma ameaça que aumentou após Tsai reiterar a independência de Taiwan.

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