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Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

Turquia e Rússia podem discutir produção conjunta de caça de quinta geração

A Turquia e a Rússia podem discutir possibilidades de cooperação para desenvolver e produzir em conjunto um caça de quinta geração, disse Viktor Kladov, diretor do Departamento de Política e Cooperação Regional da empresa de defesa estatal russa Rostec, em declarações à Agência Anadolu (AA), sobre a possível produção conjunta de aviões de combate entre os dois países.


Poder Aéreo

Ele disse que há necessidade de um longo processo de consulta entre a Rússia e a Turquia, se eles produzirem em conjunto um jato de combate de quinta geração. “Para um projeto tão importante, as partes não devem apenas se interessar, mas também estar preparadas para trabalhar juntas”, acrescentou.

Sukhoi Su-57
Sukhoi Su-57

“Embora possa ser uma decisão “séria”, estou convencido de que os dois países são capazes de implementar tal projeto”, disse Kladov.

O programa de jato de combate de quinta geração é uma prioridade para o presidente Erdogan, que quer construir uma indústria de defesa nacional para angariar apoio nacionalista e reduzir a dependência da Turquia de estrangeiros em meio a tensões crescentes com muitos aliados da Otan.

A situação geopolítica está reforçando o desejo de Ancara por uma base tecnológica nativa e sistemas de armas que possam ser menos prejudicados pelas relações estremecidas com a Europa e os Estados Unidos.

Mas, ao mesmo tempo, a Turquia precisará de uma parceria com a Rússia ou a China para desenvolver um jato de combate de quinta geração.

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