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China desenvolve 2 novos bombardeiros furtivos ao mesmo tempo, diz inteligência americana

A Força Aérea da China, que já tem dois caças furtivos, está trabalhando em dois novos projetos de aviões furtivos de médio e longo alcance, informou um relatório da inteligência militar dos EUA.
Sputnik

Os fabricantes de aviões chineses estão envolvidos em dois projetos de bombardeiros furtivos ao mesmo tempo, informou a edição Aviation Week, citando um relatório da Agência de Inteligência do Departamento de Defesa dos EUA.


A existência de um desses projetos, H-20 ou H-X, foi confirmada pela Força Aérea Chinesa em 2017. Entretanto, não foi divulgada nenhuma informação confiável sobre o segundo projeto.

De acordo com o Pentágono, o segundo projeto, designado JH-XX, envolve o desenvolvimento de um caça-bombardeiro de médio alcance. O avião será equipado com radar AESA, mísseis ar-ar e mísseis ar-terra. Os especialistas em inteligência militar estadunidense acreditam que essa aeronave entrará em serviço da Força Aérea chinesa não antes de 2025.

No desenvolvimento desses novos aviões de comba…

Vídeo mostra palestino de 16 anos abatido por disparos do Exército israelense em Gaza (VIDEO)

O garoto morreu em decorrência dos ferimentos quando participava de um protesto


Juan Carlos Sanz | El País


Jerusalém - O palestino Ahmed Musbah Abu Tiyur, de 16 anos, participou na sexta-feira de um protesto na Faixa de Gaza, onde vive, na fronteira com Israel. Manifestou-se contra os cortes impostos pelos Estados Unidos à agência da ONU para os refugiados palestinos. O garoto, que ficou ferido por um disparo das tropas israelenses na zona de Rafah, no sul do enclave costeiro, morreu neste sábado, segundo informou o Ministério da Saúde palestino. Um vídeo difundido pelo Twitter mostra o momento em que ele foi abatido por um projétil.

Reprodução

Nos 47 segundos da gravação, pode-se observar Aby Tiyur na primeira fila do protesto agitando seus braços em direção ao muro de separação com Israel, em meio à fumaça provocada pela queima de pneus. O garoto joga depois uma pedra na direção da fronteira e volta a agitar os braços antes de receber um disparo e cair no chão. O vídeo é interrompido quando uma equipe de saúde chega para socorrê-lo.

Outro adolescente, Bilal Hafaye, de 17 anos, morreu também na sexta com um tiro no peito. Pelo menos 30 manifestantes sofreram ferimentos de bala e mais de 60 ficaram intoxicados pela inalação de gás lacrimogêneo. Mais de 160 palestinos morreram por disparos das forças israelenses desde o início dos protestos na fronteira de Gaza, em 30 de março passado. Um soldado israelense perdeu a vida desde então, ao ser atacado por um franco-atirador de uma milícia palestina.

O Exército israelense informou na sexta que 7.000 “baderneiros” haviam se concentrado em vários pontos da fronteira de Gaza, onde “queimaram pneus e jogaram pedras e bombas incendiárias, assim como uma granada, contra os soldados no muro”. As tropas responderam “de acordo com os procedimentos de operação habituais”.

Em nota, escritório de informações das Forças Armadas anunciou neste sábado uma investigação “sobre a morte de dois palestinos que participaram dos distúrbios”. “Os fatos serão examinados pela cadeia de comando correspondente”, acrescentou o comunicado, também difundido no Twitter, informando que os incidentes podem ser analisados pelo órgão de investigação interna do Exército.

O princípio de acordo para estabelecer uma trégua permanente entre Israel e o Hamás, movimento islamista palestino que governa de facto Gaza, parece ter se frustrado nesta semana. Os participantes de uma manifestação na última terça-feira contra a política dos EUA, que cancelou suas contribuições econômicas à UNRWA, a agência das Nações Unidas para os refugiados palestinos, causaram danos ao muro da passagem fronteiriça de Erez, único ponto autorizado para a circulação de pessoas entre Israel e a Faixa.

Desde então, a fronteira permanece fechada por decisão do Ministério da Defesa, que só pretende reabri-la dentro de uma semana. A medida agrava o isolamento e o bloqueio sofridos pelos dois milhões de habitantes de Gaza – dois terços deles reconhecidos como refugiados pela ONU – há mais de uma década.


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