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Mídia europeia explica como sistema russo S-400 se tornou 'hit de exportações'

Os sistemas russos de defesa antiaérea S-400 têm gerado cada vez mais interesse por parte dos outros países e se tornaram mesmo um "hit de exportações" no mercado internacional de armamentos, opina a mídia alemã.
Sputnik

Segundo escreveu o jornal Die Welt, a China adquiriu este sistema em janeiro deste ano, a Turquia irá recebê-lo no ano que vem e, em outubro passado, a Índia passou também a estar entre os importadores desta arma, assinando um contrato no valor de mais de 5 bilhões de dólares (quase 19 bilhões de reais) com a empresa estatal russa de exportação de armas.


Em opinião dos especialistas citados pela edição, no que tange às características técnicas, os complexos S-400 superam os análogos norte-americanos. Em particular, os S-400 são capazes de eliminar alvos diferentes em altitudes de até 30 quilômetros, em um raio de 400 quilômetros, podendo ser equipados com mísseis de alcances diferentes.

Já o conhecido sistema norte-americano Patriot, instalado inclusive na Europ…

Alemanha diz não ‘especular' sobre possível ataque contra Síria ao lado dos EUA

O porta-voz do Ministério da Defesa da Alemanha, Jens Flosdorff, disse nesta segunda-feira (10) que não especularia sobre a possibilidade de Berlim juntar-se aos possíveis ataques do ocidente contra o governo da Síria.


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"Eu nãó quero especular, muitas mídias reportaram essa possibilidade. Mas tudo isso depende de uma situação específica […]. Nós ainda não atingimos esse ponto", contou Flosdorff em um comunicado.

A chanceler da Alemanha, Angela Merkel, chega ao encontro da OTAN em Bruxelas.
Angela Merkel © AP Photo / Geert Vanden Wijngaert

O jornal alemão Bild, reportou que o Ministério da Defesa da Alemanha está estudando a possibilidade de juntar-se aos possíveis ataques de EUA, Reino Unido e França contra a Síria, em caso de ocorrência de ataques com armas químicas.

O Ministério da Defesa da Rússia afirmou no final de agosto que terroristas do grupo Tharir al-Sham, o antigo grupo terrorista Jabhat Fatah al Sham, banido da Rússia, estaria preparando ataques forjados em Idlib para acusar o governo sírio de uso de armas químicas, o que provocaria reações do ocidente.

Não seria a primeira vez que a coalizão liderada pelos EUA lançaria mísseis em ação conjunta em 2018. Em abril, a oposição síria, ao lado de países ocidentais, acusou Damasco de ser responsável por supostos ataques com armas químicas na cidade de Douma. Em consequência, EUA, Reino Unido e França atacaram a Síria em uma ação que gerou tensão no mundo inteiro devido à possibilidade de escalada nos conflitos.

Damasco, assim como Moscou, refutou as acusações de que o governo sírio seria responsável pelos ataques. Ambos afirmaram que o que houve foi uma encenação de militantes que planejaram a situação para colocar as tropas do governo em descrédito.

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