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Trump não precisa de autorização do Congresso para declarar guerra ao Irã, diz analista

Donald Trump pode não precisar do aval do Congresso para declarar guerra contra o Irã, algo que seus conselheiros "vêm construindo discretamente" um caso em meio a sanções crescentes, informa Jonathan Allen, da NBC News.
Sputnik

O articulista afirma que os principais elementos do plano incluem ligar a al-Qaeda ao Irã para retratar a República Islâmica como uma ameaça terrorista aos EUA, "o que é exatamente o que as autoridades do governo vêm fazendo nas últimas semanas".

"Isso poderia dar a Trump a justificativa que ele precisa para combater o Irã sob a resolução de uso de força de 2001, sem aprovação do Congresso", Allen argumenta, acrescentando que o Congresso dificilmente concederá ao presidente americano "nova autoridade para atacar o Irã nas circunstâncias atuais ”.

Os comentários do autor vêm depois que o New York Times citou vários altos funcionários norte-americanos não identificados dizendo que “[o presidente Donald] Trump foi firme em dizer que…

Alemanha diz não ‘especular' sobre possível ataque contra Síria ao lado dos EUA

O porta-voz do Ministério da Defesa da Alemanha, Jens Flosdorff, disse nesta segunda-feira (10) que não especularia sobre a possibilidade de Berlim juntar-se aos possíveis ataques do ocidente contra o governo da Síria.


Sputnik

"Eu nãó quero especular, muitas mídias reportaram essa possibilidade. Mas tudo isso depende de uma situação específica […]. Nós ainda não atingimos esse ponto", contou Flosdorff em um comunicado.

A chanceler da Alemanha, Angela Merkel, chega ao encontro da OTAN em Bruxelas.
Angela Merkel © AP Photo / Geert Vanden Wijngaert

O jornal alemão Bild, reportou que o Ministério da Defesa da Alemanha está estudando a possibilidade de juntar-se aos possíveis ataques de EUA, Reino Unido e França contra a Síria, em caso de ocorrência de ataques com armas químicas.

O Ministério da Defesa da Rússia afirmou no final de agosto que terroristas do grupo Tharir al-Sham, o antigo grupo terrorista Jabhat Fatah al Sham, banido da Rússia, estaria preparando ataques forjados em Idlib para acusar o governo sírio de uso de armas químicas, o que provocaria reações do ocidente.

Não seria a primeira vez que a coalizão liderada pelos EUA lançaria mísseis em ação conjunta em 2018. Em abril, a oposição síria, ao lado de países ocidentais, acusou Damasco de ser responsável por supostos ataques com armas químicas na cidade de Douma. Em consequência, EUA, Reino Unido e França atacaram a Síria em uma ação que gerou tensão no mundo inteiro devido à possibilidade de escalada nos conflitos.

Damasco, assim como Moscou, refutou as acusações de que o governo sírio seria responsável pelos ataques. Ambos afirmaram que o que houve foi uma encenação de militantes que planejaram a situação para colocar as tropas do governo em descrédito.

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