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Militares juntam-se à polícia em protesto dos "coletes amarelos". Há 31 detidos

Os militares da operação antiterrorista "Sentinela" foram mobilizados para proteger as principais instituições francesas. Ao final da manhã, os coletes amarelos eram ainda em pequeno número na capital e quase invisíveis entre a população.
Diário de Notícias

As forças armadas francesas juntaram-se à polícia, este sábado, em Paris, para enfrentar o 19º fim de semana consecutivo de protestos dos coletes amarelos contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Ao final da manhã, com os locais habituais de manifestação interditos e o reforço militar junto às principais instituições francesas, os "coletes amarelos" passavam quase despercebidos entre turistas e parisienses.

Segundo a Reuters, o governo francês decidiu mobilizar os militares da operação antiterrorista "Sentinela", depois de ter proibido os manifestantes de se reunirem nos Campos Elísios, onde no último fim de semana dezenas de lojas foram destruídas e algumas completamente pilhadas.

Além da presença …

Analista: cooperação entre Rússia e Turquia na questão síria irrita EUA

Ancara afirmou a importância da cooperação entre a Turquia e a Rússia na questão da província síria de Idlib.


Sputnik

O presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, destacou que, no contexto de uma possível operação das forças do governo sírio na província de Idlib, é muito importante cooperar com a Rússia, escreve o jornal turco Haberturk.

Veículos e tanques do exército da Turquia aguardam perto da fronteira com a Síria
Tropas turcas na fronteira com a Síria © AFP 2018 / ILYAS AKENGIN

Na opinião de Erdogan, "se os mísseis sobrevoarem Idlib, muitas pessoas morrerão". Ao mesmo tempo, os refugiados que fogem da catástrofe humanitária seguirão em primeiro lugar para a Turquia, acrescentou.

O presidente turco acredita que esse processo pode ser evitado através de negociações. Ele salientou ter esperança de que, na próxima cúpula dos líderes da Rússia, Turquia e Irã sobre a Síria, que ocorrerá em Teerã em 7 de setembro, será possível "atingir resultados para evitar ações desproporcionais" das tropas do governo.

Moscou e Ancara estabeleceram relações construtivas próximas, comentou, por sua vez, o cientista político Stanislav Tarasov em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik.

"A Turquia e a Rússia estabeleceram relações de trabalho construtivas e estreitas para resolver a questão síria. Eles são participantes do processo de Astana e atuam como garantidores da resolução do problema sírio. Idlib é a última zona de desescalada na Síria, que, com base nos acordos de Astana, é da competência da Turquia", comentou.

Tarasov acrescentou que um número muito grande de islamitas radicais está concentrado nessa zona.

"O exército sírio está se preparando para limpar completamente o território de seu país e, neste contexto, evidentemente há uma estreita coordenação entre os dois países […] É um caso sem precedentes quando o país da OTAN realiza consultas militares e técnicas ativas com a Rússia, o que causa irritação dos EUA, que pressionam a Turquia. Ao mesmo tempo, a Turquia adquire o status de importante potência regional, se falarmos dos principais resultados de sua participação na operação síria", explicou Tarasov.

O território da província síria de Idlib praticamente não é controlado pelo governo. Há militantes da oposição armada, assim como, segundo Moscou e Damasco, terroristas que periodicamente atacam as posições das tropas do governo.

Nos últimos dias, a situação em torno da Síria piorou. O porta-voz do Ministério da Defesa da Rússia, Igor Konashenkov, disse que, segundo fontes independentes, os terroristas do grupo Tahrir al-Sham estão preparando uma provocação em Idlib para culpar Damasco do uso de armas químicas contra civis.

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