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Marinha do Brasil simula resgate de civis em área de conflito ou desastre natural (VÍDEO)

A Marinha do Brasil realizou entre os dias 6 e 14 de novembro a Operação Atlântico, na praia de Itaoca, no Espírito Santo. A simulação deste ano treinou os oficiais para casos em que houvesse resgate de civis em uma área de conflito armado ou que foram alvos de desastres naturais.
Sputnik

Era por volta de 5h40 do dia 10 de novembro, um sábado, ainda estava amanhecendo, quando o Almirante Paulo Martinho Zucaro, Comandante da Força de Fuzileiros da Esquadra, olhou e disse para a reportagem da Sputnik Brasil: "É guerra".


A declaração foi dada para explicar os motivos de se realizar um treinamento deste porte mesmo em condições extremamente desfavoráveis. A chuva era forte, as ondas na beira da praia atingiam 1,5 metros e os ventos chegaram a 20 km/h. O nível de dificuldade preocupava o alto comando, mas não foi um problema para os fuzileiros e marinheiros.

Antes do amanhecer, sete Carros Lagarta Anfíbios (CLAnf) chegaram à praia e deram início ao desembarque. Após eles chegarem foi…

Analista norte-americano põe em dúvida capacidade de combate do caça F-22

O caça pesado de quinta geração F-22 dos EUA não está apto para lutar contra os melhores aviões russos, tampouco para interceptar incursões fronteiriças – essa foi a conclusão do colunista militar da revista Business Insider, Alex Lockie.


Sputnik

Recentemente, no céu do Alasca se encontraram novíssimos caças da Força Aérea dos EUA e da Força Aeroespacial russa. De acordo com o analista da revista, em caso de uma luta entre os dois aviões, os norte-americanos a perderiam.

F-22 Raptor da Força Aérea dos EUA
F-22 Raptor © REUTERS / Master Sgt. Kevin J. Gruenwald

Enquanto o "irmão caçula" do F-22 Raptor, o F-35 Lightning II, foi concebido principalmente para atacar alvos ligeiros no ar ou bombardear instalações terrestres, representando a classe de aviões de assalto ligeiros, o Raptor visa assegurar a supremacia aérea, tendo como objetivo limpar e defender o espaço aéreo sobre o campo de batalha, assinalou Lockie.

Por sua vez, na Rússia são os caças com alta capacidade de manobra Su-30SM e Su-35 que cumprem esta função. Em comparação com os aviões russos, a aeronave norte-americana empalidece, e não somente devido às tecnologias furtivas, de acordo com a revista.

O F-22 tem pouco armamento, a aeronave aposta nas suas capacidades furtivas. Sendo assim, um encontro cara a cara com o moderno caça russo o colocaria em uma posição desvantajosa, indica o colunista.

De acordo com ele, o Su-35 possui melhores capacidades de manobra, o que lhe dá uma grande vantagem ao evitar ser atingido por mísseis do inimigo, tanto durante um combate a longa distância, como em um combate de proximidade.

"Quando estava voando em F-22, meu objetivo era evitar um combate com manobras com o inimigo. Em vez disso, nós utilizamos as vantagens furtivas naturais do caça", contou à Business Insider o piloto aposentado David Berke.

Alex Lockie indicou também que as capacidades furtivas podem ser uma espada de dois gumes.

Para as usar, o caça ataca com o radar desligado, usando um avião de vigilância por radar de longo alcance que detecta e acompanha os alvos. Contudo, se o último for derrubado, tomando em consideração que o exército russo possui mísseis antiaéreos especiais de longo alcance, o F-22 irá ficar cego e indefeso.

Ele acrescentou que as tecnologias furtivas tornam o Raptor pouco útil para proteção das fronteiras norte-americanas. Quando um caça se aproxima de um avião que se introduziu no espaço aéreo, mostra seus mísseis suspensos debaixo das asas como medida de dissuasão. Mas o armamento do F-22 está escondido em compartimentos internos da fuselagem, devido ao design furtivo, por isso não tem nada para mostrar, conclui o autor.

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