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Militares juntam-se à polícia em protesto dos "coletes amarelos". Há 31 detidos

Os militares da operação antiterrorista "Sentinela" foram mobilizados para proteger as principais instituições francesas. Ao final da manhã, os coletes amarelos eram ainda em pequeno número na capital e quase invisíveis entre a população.
Diário de Notícias

As forças armadas francesas juntaram-se à polícia, este sábado, em Paris, para enfrentar o 19º fim de semana consecutivo de protestos dos coletes amarelos contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Ao final da manhã, com os locais habituais de manifestação interditos e o reforço militar junto às principais instituições francesas, os "coletes amarelos" passavam quase despercebidos entre turistas e parisienses.

Segundo a Reuters, o governo francês decidiu mobilizar os militares da operação antiterrorista "Sentinela", depois de ter proibido os manifestantes de se reunirem nos Campos Elísios, onde no último fim de semana dezenas de lojas foram destruídas e algumas completamente pilhadas.

Além da presença …

Analista revela em que resultaria possível confronto entre marinhas russa e estadunidense

Em caso de guerra com a Rússia, a Marinha dos EUA seria destruída por métodos "não tradicionais", opinou o analista militar Aleksei Leonkov.


Sputnik

Os comentários do especialista ao canal russo Zvezda vêm em resposta a um artigo de agosto do jornal americano The National Interest que analisa resultados de um hipotético combate entre um couraçado americano da classe Iowa e um cruzador de mísseis russo da classe Kirov.

Cruzador porta-mísseis nuclear pesado Pyotr Veliky no Oceano Atlântico
Cruzador porta-mísseis nuclear russo Pyotr Veliky | Assessoria de imprensa da Frota do Norte

Enquanto o artigo do jornal americano afirma que os EUA são capazes de travar uma guerra rápida e vencer, Leonkov acredita que Washington subestima as capacidades de defesa da Rússia. Caso haja um confronto, avança o analista, Moscou não usará métodos "tradicionais, optando em vez disso por modernos sistemas antinavio a grandes distâncias".

O especialista sublinha que os sistemas de mísseis russos Kalibr já mostraram eficiência na Síria. Além disso, o país possui sistemas antinavio parecidos com o Kalibr de baseamentos terrestre e marítimo. A aviação russa, destaca, está sendo equipada com mísseis de cruzeiro X-35E e X-32.

Além disso, a incorporação do mais recente míssil antinavio Kinzhal melhorou a interação entre a aviação e a Marinha no que respeita a resistir a potenciais grupos navais inimigos, servindo de base para o desenvolvimento do míssil Tsirkon.

O autor ressalta que o comando russo não "cria expectativas" sobre batalhas navais nem "joga batalhas navais virtuais", baseando-se exclusivamente na experiência prática.

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