Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Analistas chamam situação na Força Aérea dos EUA de 'tenebrosa'

A Força Aérea dos EUA não satisfaz as necessidades futuras de possíveis conflitos por estar sobrecarregada com tarefas, problemas técnicos e déficit de quadros qualificados, assegura a mídia norte-americana, citando uma análise do centro de pesquisa RAND e do GAO, órgão responsável pela auditoria, avaliações e investigações do Congresso.


Sputnik

De acordo com a edição The National Interest, os dados da análise oferecem um "quadro tenebroso" da situação na aviação norte-americana. Especialistas avaliaram o potencial da Força Aérea dos EUA em quatro possíveis conflitos futuros: nova Guerra Fria com a Rússia ou a China envolvendo um grande ou pequeno conflito regional, operações de coerção à paz com introdução de zonas de exclusão aérea, bem como campanhas de combate contra rebeldes.

B-52 Stratofortress | Reprodução

Ao se basearem nos dados sobre antigas operações da Força Aérea dos EUA, os analistas avaliaram suas capacidades em oito tarefas diferentes, inclusive a conquista de supremacia aérea, efetuação de ataques aéreos e transporte.

Segundo os cálculos do RAND, praticamente em nenhum desses cenários a aviação norte-americana conseguiu alcançar 100% de sucesso, frisa a edição. Por exemplo, no caso de um conflito regional arrastado, a porcentagem de combates aéreos e ataques aéreos eficientes somará apenas 62% e 65%, respectivamente.

Analistas observam que o cenário com menor probabilidade de colisão direta acabou sendo um dos mais problemáticos para os EUA. Assim, em operações de coerção à paz a aviação norte-americana será capaz de garantir apenas 29% das necessidades de reconhecimento militar, 40% no que se trata de missões especiais e 46% na efetuação de ataques com bombas, detalha o artigo.

As razões dos resultados tão pouco favoráveis, segundo afirmam especialistas, são os problemas sérios na manutenção técnica de aviões, bem como o déficit de quadros qualificados, concluiu a revista.

Mais cedo, a mesma mídia criou uma lista dos piores caças em toda a história da Força Aérea dos EUA.

Comentários

NOTÍCIAS MAIS LIDAS

Postagens mais visitadas