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Capacetes brancos preparam novas provocações na Síria, diz enviado russo na ONU

Membros dos Capacetes Brancos estão preparando novas provocações com substâncias tóxicas na Síria, disse o vice-embaixador russo na ONU, Vladimir Safronkov, nesta quarta-feira (24) na reunião do Conselho de Segurança da ONU.
Sputnik

Safronkov observou que os Capacetes Brancos acusariam o governo sírio pelo uso de tais substâncias.

Mais cedo nesta quarta-feira (24), o Major General Viktor Kupchishin, chefe do Centro Russo para a Reconciliação Síria, argumentou que funcionários da mídia estrangeira na província síria de Hama conduziram uma filmagem falsa da "morte" de uma família supostamente devido ao uso de armas químicas pelas tropas sírias.

Em diversas ocasiões, Moscou e Damasco apontaram que os Capacetes Brancos estavam produzindo provocações envolvendo o uso de armas químicas com o objetivo de culpar o governo da Síria e dar aos países ocidentais justificativas para a intervenção no país.
A estratégia de encenar ataques para usá-los como falsa bandeira tem sido usada repetida…

Analistas chamam situação na Força Aérea dos EUA de 'tenebrosa'

A Força Aérea dos EUA não satisfaz as necessidades futuras de possíveis conflitos por estar sobrecarregada com tarefas, problemas técnicos e déficit de quadros qualificados, assegura a mídia norte-americana, citando uma análise do centro de pesquisa RAND e do GAO, órgão responsável pela auditoria, avaliações e investigações do Congresso.


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De acordo com a edição The National Interest, os dados da análise oferecem um "quadro tenebroso" da situação na aviação norte-americana. Especialistas avaliaram o potencial da Força Aérea dos EUA em quatro possíveis conflitos futuros: nova Guerra Fria com a Rússia ou a China envolvendo um grande ou pequeno conflito regional, operações de coerção à paz com introdução de zonas de exclusão aérea, bem como campanhas de combate contra rebeldes.

B-52 Stratofortress | Reprodução

Ao se basearem nos dados sobre antigas operações da Força Aérea dos EUA, os analistas avaliaram suas capacidades em oito tarefas diferentes, inclusive a conquista de supremacia aérea, efetuação de ataques aéreos e transporte.

Segundo os cálculos do RAND, praticamente em nenhum desses cenários a aviação norte-americana conseguiu alcançar 100% de sucesso, frisa a edição. Por exemplo, no caso de um conflito regional arrastado, a porcentagem de combates aéreos e ataques aéreos eficientes somará apenas 62% e 65%, respectivamente.

Analistas observam que o cenário com menor probabilidade de colisão direta acabou sendo um dos mais problemáticos para os EUA. Assim, em operações de coerção à paz a aviação norte-americana será capaz de garantir apenas 29% das necessidades de reconhecimento militar, 40% no que se trata de missões especiais e 46% na efetuação de ataques com bombas, detalha o artigo.

As razões dos resultados tão pouco favoráveis, segundo afirmam especialistas, são os problemas sérios na manutenção técnica de aviões, bem como o déficit de quadros qualificados, concluiu a revista.

Mais cedo, a mesma mídia criou uma lista dos piores caças em toda a história da Força Aérea dos EUA.

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