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Área militar do governo brasileiro demonstra desconforto com suspensão de investigação do caso Queiroz

Integrantes da área militar do governo demostraram desconforto com o pedido de suspensão da investigação para apurar movimentações financeiras de Fabricio Queiroz consideradas "atípicas" pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).
Por Gerson Camarotti | G1

A avaliação de auxiliares do presidente Jair Bolsonaro é que essa decisão tomada pelo ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), só faz prolongar o desgaste provocado pelo caso.

O ministro Luiz Fux atendeu pedido do deputado estadual e senador eleito Flavio Bolsonaro (PSL-RJ), de quem Queiroz foi assessor. O Coaf apontou movimentação de R$ 1,2 milhão em uma conta bancária de Queiroz durante um ano sem que houvesse esclarecimento.

Para esses auxiliares, foi uma surpresa a solicitação feita por Flávio Bolsonaro para suspender as investigações.

“Ainda não há uma explicação convincente. Enquanto isso não acontecer, o desgaste desse caso vai continuar. Já está demorando demais”, comentou ao blog um auxilia…

Ataque israelense poderia atrapalhar operação em Idlib?

O último ataque israelense à província síria de Hama foi feito sob interesses dos EUA, que na véspera haviam expressado preocupação sobre a iminente operação em Idlib, disse à Sputnik Árabe o general aposentado sírio Yahii Suleiman.


Sputnik

"Este não é o primeiro ataque do tipo: sempre que o exército prepara uma operação contra grupos armados, Israel ataca. A última vez, isso aconteceu antes do ataque do exército no sul do país", explicou o general sírio. 

Consequências dos ataques aéreos na cidade síria de Idlib
Idlib, Síria © REUTERS / Ammar Abdullah

Ele observou que os israelenses estão nervosos porque o Exército da Síria agora está muito próximo da fronteira, por isso atacam para dar um aviso de advertência. Apesar disso, o exército continua a atacar com sucesso os militantes e libertar todos os novos territórios da Síria.

Suleiman salientou que as declarações sobre a presença de forças e equipamentos iranianos na Síria são apenas uma desculpa para atacar.

"Com base nas informações que tenho e na lógica simples, digo que não há forças militares iranianas no território da Síria, apenas conselheiros desarmados. Essa é uma prática bastante comum em conformidade com os acordos de cooperação que foram concluídos entre nossos países. Os iranianos não lutam na Síria, eles nos ajudam. Se houver forças militares iranianas na Síria, nós teríamos reportado, não há nada de repreensível nisso", afirmou.

Em 4 de setembro, a defesa antiaérea da Síria repeliu o ataque da Força Aérea de Israel, derrubando cinco mísseis, informou a agência síria SANA.

"A defesa aérea da Síria derrubou vários mísseis disparados por aviões israelenses na região de Wadi al-Uyun, nas proximidades de Hama", comunicou a agência se referindo ao correspondente.

Além disso, várias explosões foram relatadas na área. Conforme relatos dos médicos, uma pessoa morreu e quatro ficaram feridas como consequência do incidente.

Anteriormente, Israel repetidamente atacou alvos na Síria. Em particular, os militares israelenses atacaram "vários" terroristas armados na região fronteiriça da Síria no dia 2 de agosto. O incidente ocorreu na parte sul das Colinas de Golã controlada pelos sírios, onde antes operava o Daesh (grupo terrorista proibido na Rússia e em vários outros países).

Síria e Israel estão formalmente em guerra desde 1973, mas os confrontos armados eram extremamente raros antes do início da guerra civil na Síria.

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