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Executiva da Huawei deixa a prisão após pagar fiança no Canadá; ex-diplomata canadense é preso na China

Justiça aceitou pedido da chinesa, que foi detida a pedido dos Estados Unidos e corria risco de extradição. Fiança estipulada fixada em US$ 7,5 milhões.
Por G1

A diretora financeira da Huawei, Meng Wanzhou, foi solta nesta quarta-feira (12) depois de passar 11 dias presa no Canadá.

A executiva teve aceito o pedido de liberdade condicional, por um juiz canadense. O valor da fiança foi fixado em 10 milhões de dólares canadenses (US$ 7,5 milhões).

Meng saiu da prisão poucas horas depois da ordem do juiz, informou o canal Global News.

"O risco de que não se apresente perante o tribunal (para uma audiência de extradição) pode ser reduzido a um nível aceitável, impondo as condições de fiança propostas por seu assessor", disse o juiz, aplaudido na sala do tribunal pelos partidários da empresa chinesa, informa a France Presse.

As condições de libertação incluem a entrega de seus dois passaportes, que permaneça em uma de suas residências de Vancouver e use tornozeleira eletrônica. Além dis…

Ataque que causou derrubada do Il-20: fonte indica por que Israel escolheu Latakia

No domingo (23), o Ministério da Defesa russo divulgou um relatório detalhado sobre o incidente do avião Il-20 russo, derrubado no espaço aéreo sírio, e as ações dos caças israelenses na região. Porém, na mídia russa apareceram mais informações, explicando por que Israel escolheu a província de Latakia para atacar.


Sputnik

A Defesa russa responsabilizou Israel pela derrubada de seu avião em 17 de setembro pois Tel Aviv não informou atempadamente a Rússia sobre seu ataque a alvos sírios na província de Latakia, colocando o Il-20 debaixo de fogo da defesa aérea síria.

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Ilyushin Il-20

O jornal russo Izvestia publicou novos detalhes em torno do acontecido, citando fontes próximas da entidade militar russa. Segundo os dados, a operação militar israelense foi cuidadosamente planejada para que os caças pudessem evitar os modernos sistemas de defesa antiaérea russos Buk-M2E e Pantsir-S.

Comparados com os sistemas anteriores, os Buk-M2E e Pantsir-S utilizados pelo exército sírio são facilmente transportados e podem ser deslocados para qualquer região da Síria.

Segundo o analista militar russo Anton Lavrov, citado pela edição, a Força Aérea de Israel há anos que não atacava o território de Latakia e o ataque "foi uma surpresa para a defesa aérea síria".

Ele sublinhou que os principais sistemas de defesa antiaérea se encontram em torno de Damasco e no sul do país, na área das Colinas de Golã e na fronteira com o Líbano. Os sistemas russos Buk-M2E e Pantsir-S estão instalados perto de Damasco ou protegem as bases aéreas. Foi por isso que os aviões israelenses se aproximaram do norte do país.

"Do lado de Latakia a defesa é muito mais fraca. Ou seja, o ataque foi realizado na direção mais vulnerável", disse o especialista.

Tel Aviv afirma que o ataque foi dirigido contra as forças pró-iranianas que permanecem no território sírio e tentam armar o movimento libanês Hezbollah, considerado terrorista por Israel.

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