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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
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No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Ataque que causou derrubada do Il-20: fonte indica por que Israel escolheu Latakia

No domingo (23), o Ministério da Defesa russo divulgou um relatório detalhado sobre o incidente do avião Il-20 russo, derrubado no espaço aéreo sírio, e as ações dos caças israelenses na região. Porém, na mídia russa apareceram mais informações, explicando por que Israel escolheu a província de Latakia para atacar.


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A Defesa russa responsabilizou Israel pela derrubada de seu avião em 17 de setembro pois Tel Aviv não informou atempadamente a Rússia sobre seu ataque a alvos sírios na província de Latakia, colocando o Il-20 debaixo de fogo da defesa aérea síria.

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Ilyushin Il-20

O jornal russo Izvestia publicou novos detalhes em torno do acontecido, citando fontes próximas da entidade militar russa. Segundo os dados, a operação militar israelense foi cuidadosamente planejada para que os caças pudessem evitar os modernos sistemas de defesa antiaérea russos Buk-M2E e Pantsir-S.

Comparados com os sistemas anteriores, os Buk-M2E e Pantsir-S utilizados pelo exército sírio são facilmente transportados e podem ser deslocados para qualquer região da Síria.

Segundo o analista militar russo Anton Lavrov, citado pela edição, a Força Aérea de Israel há anos que não atacava o território de Latakia e o ataque "foi uma surpresa para a defesa aérea síria".

Ele sublinhou que os principais sistemas de defesa antiaérea se encontram em torno de Damasco e no sul do país, na área das Colinas de Golã e na fronteira com o Líbano. Os sistemas russos Buk-M2E e Pantsir-S estão instalados perto de Damasco ou protegem as bases aéreas. Foi por isso que os aviões israelenses se aproximaram do norte do país.

"Do lado de Latakia a defesa é muito mais fraca. Ou seja, o ataque foi realizado na direção mais vulnerável", disse o especialista.

Tel Aviv afirma que o ataque foi dirigido contra as forças pró-iranianas que permanecem no território sírio e tentam armar o movimento libanês Hezbollah, considerado terrorista por Israel.

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