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Executiva da Huawei deixa a prisão após pagar fiança no Canadá; ex-diplomata canadense é preso na China

Justiça aceitou pedido da chinesa, que foi detida a pedido dos Estados Unidos e corria risco de extradição. Fiança estipulada fixada em US$ 7,5 milhões.
Por G1

A diretora financeira da Huawei, Meng Wanzhou, foi solta nesta quarta-feira (12) depois de passar 11 dias presa no Canadá.

A executiva teve aceito o pedido de liberdade condicional, por um juiz canadense. O valor da fiança foi fixado em 10 milhões de dólares canadenses (US$ 7,5 milhões).

Meng saiu da prisão poucas horas depois da ordem do juiz, informou o canal Global News.

"O risco de que não se apresente perante o tribunal (para uma audiência de extradição) pode ser reduzido a um nível aceitável, impondo as condições de fiança propostas por seu assessor", disse o juiz, aplaudido na sala do tribunal pelos partidários da empresa chinesa, informa a France Presse.

As condições de libertação incluem a entrega de seus dois passaportes, que permaneça em uma de suas residências de Vancouver e use tornozeleira eletrônica. Além dis…

Avião derrubado na Síria cumpria missão de reconhecimento, diz ministro russo

A base aérea de Hmeymim havia perdido contato com a tripulação da aeronave militar russa Il-20 na noite de segunda-feira (17) durante o ataque de quatro aviões israelenses F-16 a alvos sírios na província de Latakia.


Sputnik

"Nossa aeronave de reconhecimento Il-20, com uma tripulação de 15 pessoas, estava realizando uma missão de reconhecimento sobre a zona de desescalada de Idlib para determinar os locais de armazenamento e coleta de veículos aéreos não tripulados que voam da zona e atacam diferentes áreas da Síria", afirmou o ministro da Defesa russo, Sergei Shoigu, em uma reunião com altos comandantes militares. 

Avião russo Il-20 derrubado durante missão de reconhecimento na província síria de Idlib, em 17 de setembro de 2018
Ilyushin Il-20 © Sputnik / Aleksandr Tarasenkov

Caças israelenses F-16 atacaram a Síria sob cobertura do Il-20 russo, presumindo que as forças de defesa antiaérea sírias não agiriam nessa direção, disse Shoigu.

"Sem aviso, mais precisamente, com um minuto de antecedência, Israel nos informou de um ataque que eles estavam planejando realizar; eles nos informaram que estavam atacando alvos na Síria. E então eles atacaram", afirmou o ministro da Defesa.

Shoigu ressaltou que a aeronave russa foi abatida "como resultado da resposta dos sistemas de defesa antiaérea da Síria ao ataque das forças israelenses".

Além disso, o Ministério da Defesa russo relatou na terça-feira (18) que os militares israelenses criaram propositalmente uma situação perigosa usando a aeronave russa como escudo contra os sistemas de defesa antiaérea sírios S-200.

No entanto, as Forças de Defesa de Israel (IDF) alegaram que os caças israelenses estavam atacando uma instalação na Síria que continha "sistemas para fabricar armas de precisão e letais" que poderiam ser enviadas "em nome do Irã" ao movimento do Hezbollah no Líbano.

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