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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Bases russas na Síria poderão vir a ter sistemas automáticos de vigilância

Segundo o vice-primeiro-ministro russo Yuri Borisov, o consórcio russo Kalashnikov propôs que as bases russas na Síria sejam equipadas com sistemas automáticos de vigilância.


Sputnik

"O consórcio Kalashnikov propôs uma série de soluções técnicas, serão instalados sistemas automáticos para efetuar a vigilância", disse Borisov, que ainda ressaltou que já há um trabalho para colocar essas medidas em prática.

Presidente sírio, Bashar Assad, inspecionando a base aérea russa Hmeymim na província de Latakia, Síria
Bashar al-Assad inspeciona base russa de Hmeymim, em Latakia, Síria © AP Photo/ Sem credenciais

A questão de vigilância já fora levantada anteriormente pelo presidente russo, Vladimir Putin, que ordenou uma maior vigilância nas bases russas de Hmeymim e Tartus. Além disso, o Ministério da Defesa da Rússia demonstrou estar atento às questões de segurança, principalmente após um avião russo Il-20 ter sido abatido sobre o Mediterrâneo, próximo da costa síria em 17 de setembro, segundo Borisov.

No momento em que o avião russo foi abatido, ocorria um ataque israelense contra instalações em Latakia. Quatro caças F-16 israelenses utilizaram o avião russo como escudo, fazendo com que o sistema antiaéreo sírio lançasse mísseis contra o avião russo, o que causou a sua queda e a morte de 15 militares russos.

Consequentemente, o Ministério de Defesa da Rússia, qualificou as ações como intencionais e hostis, afirmando que se reserva o direito de responder adequadamente contra Israel. Este se manifestou lamentando o caso e enfatizando que a queda do avião russo é de total responsabilidade de Damasco, além de Irã e o movimento xiita Hezbollah.

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