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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Boko Haram mata 30 soldados em ataque contra base militar na Nigéria

Segundo militar, insurgentes chegaram em caminhões que transportavam armas pesadas para fazer o ataque.


France Presse

Ao menos 30 soldados nigerianos morreram na quinta-feira (30) em um ataque do grupo extremista Boko Haram contra uma base militar na região nordeste da Nigéria, informaram neste sábado (1) fontes militares à AFP.

Imagem de arquivo de rua movimentada de Maiduguri, na Nigéria, onde o Boko Haram vem sendo acusado por uma série de assassinatos de policiais, políticos e outras autoridades (Foto: Susan Schulman/The New York Times)
Imagem de arquivo de rua movimentada de Maiduguri, na Nigéria, onde o Boko Haram vem sendo acusado por uma série de assassinatos de policiais, políticos e outras autoridades (Foto: Susan Schulman/The New York Times)

"Perdemos pelo menos 30 homens em combates contra os terroristas do Boko Haram, que atacaram nossas tropas em Zari (perto fronteira com Níger) às 16 de quinta-feira", afirmou um oficial.

O ataque aconteceu em um momento de várias ações violentas contra o exército nigeriano. "Muitos insurgentes chegaram em caminhões que transportavam armas pesadas", disse o oficial.

"A batalha com os soldados durou uma hora. A força de ataque deles era tão potente que as tropas se viram obrigadas a recuar temporariamente antes da chegada de reforços terrestres e aéreos", completou.

Os agressores estavam equipados com "material militar", certamente roubado nos ataques anteriores a bases do exército, segundo outra fonte militar.

Uma facção do Boko Haram, o grupo do Estado Islâmico na África Ocidental (ISWAP), cujo líder, Abu Mosab al-Barnaoui, se separou do braço tradicional, dirigido por Abubakar Shekau, reivindicou o ataque em um comunicado.

A segunda fonte militar, no entanto, afirmou que "os 'terroristas' também sofreram perdas após o bombardeio". Em um comunicado publicado neste sábado, a Força Aérea afirmou que "destruiu duas caminhonetes armadas e neutralizou vários 'terroristas' en Zari".

A localidade fica a 27 km da cidade de Damasak, na fronteira com Níger, uma zona onde opera o ISWAP.

Esta divisão tem como alvos principais o exército nigeriano ou a força regional conjunta, que sofreram importantes perdas com o aumento dos ataques nas últimas semanas.

Ataque contra base de Arge

Em um breve comunicado, o ISWAP também afirmou que na quarta-feira matou "vários" soldados nigerianos em um ataque contra a base militar de Arge, na região do Lago Chade. A AFP não conseguiu confirmar a informação.

No dia 8 de agosto, os insurgentes mataram 17 soldados e um civil em um ataque contra uma base militar perto da localidade de Garunda. No fim de julho, homens armados executaram um ataque com explosivos contra um posto de controle militar perto de Monguno e mataram pelo menos 11 soldados e três civis.

A insurreição na Nigéria e sua repressão pelo exército deixaram mais de 20.000 mortos e 2,6 milhões de deslocados desde 2009.

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