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Executiva da Huawei deixa a prisão após pagar fiança no Canadá; ex-diplomata canadense é preso na China

Justiça aceitou pedido da chinesa, que foi detida a pedido dos Estados Unidos e corria risco de extradição. Fiança estipulada fixada em US$ 7,5 milhões.
Por G1

A diretora financeira da Huawei, Meng Wanzhou, foi solta nesta quarta-feira (12) depois de passar 11 dias presa no Canadá.

A executiva teve aceito o pedido de liberdade condicional, por um juiz canadense. O valor da fiança foi fixado em 10 milhões de dólares canadenses (US$ 7,5 milhões).

Meng saiu da prisão poucas horas depois da ordem do juiz, informou o canal Global News.

"O risco de que não se apresente perante o tribunal (para uma audiência de extradição) pode ser reduzido a um nível aceitável, impondo as condições de fiança propostas por seu assessor", disse o juiz, aplaudido na sala do tribunal pelos partidários da empresa chinesa, informa a France Presse.

As condições de libertação incluem a entrega de seus dois passaportes, que permaneça em uma de suas residências de Vancouver e use tornozeleira eletrônica. Além dis…

Bombardeiros russos são escoltados por jatos britânicos durante exercícios

Dois bombardeiros estratégicos russos Tu-160 realizaram voos sobre águas neutras perto do Ártico, com apoio de caças MiG-31, segundo informou o Ministério da Defesa da Rússia na noite desta quinta-feira.


Sputnik

"Dois bombardeiros estratégicos Tu-160 realizaram um voo planejado sobre as águas neutras das bacias dos mares de Barents, Noruega e Norte. O apoio de aviação à aeronave de longo alcance foi fornecido pelas tripulações dos caças MiG-31", disse a Defesa russa em comunicado, explicando que o exercício teria durado mais de 14 horas.

Um bombardeiro estratégico Tu-160 da Força Aeroespacial russa
Bombardeiro russo Tupolev Tu-160 © Sputnik / Vladimir Sergeev

Durante o voo, ainda de acordo com o ministério, as aeronaves russas teriam recebido a companhia de aviões da Força Aérea Real, do Reino Unido, dos modelos Eurofighter Typhoon e F-16, embora não tenham violado o espaço aéreo de nenhum país.

De acordo com a Defesa britânica, no entanto, seus aviões apenas monitoraram os bombardeiros russos se aproximando do espaço aéreo do Reino Unido e, embora não tenha ocorrido qualquer violação, decidiram escoltar as aeronaves para o norte.

"Os bombardeiros russos de longo alcance Blackjacks [Tu-160] não estavam respondendo ao controle de tráfego aéreo, tornando-os um perigo para todas as outras aeronaves", disseram as autoridades britânicas ao explicar a situação.

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