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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Bombardeiros russos são escoltados por jatos britânicos durante exercícios

Dois bombardeiros estratégicos russos Tu-160 realizaram voos sobre águas neutras perto do Ártico, com apoio de caças MiG-31, segundo informou o Ministério da Defesa da Rússia na noite desta quinta-feira.


Sputnik

"Dois bombardeiros estratégicos Tu-160 realizaram um voo planejado sobre as águas neutras das bacias dos mares de Barents, Noruega e Norte. O apoio de aviação à aeronave de longo alcance foi fornecido pelas tripulações dos caças MiG-31", disse a Defesa russa em comunicado, explicando que o exercício teria durado mais de 14 horas.

Um bombardeiro estratégico Tu-160 da Força Aeroespacial russa
Bombardeiro russo Tupolev Tu-160 © Sputnik / Vladimir Sergeev

Durante o voo, ainda de acordo com o ministério, as aeronaves russas teriam recebido a companhia de aviões da Força Aérea Real, do Reino Unido, dos modelos Eurofighter Typhoon e F-16, embora não tenham violado o espaço aéreo de nenhum país.

De acordo com a Defesa britânica, no entanto, seus aviões apenas monitoraram os bombardeiros russos se aproximando do espaço aéreo do Reino Unido e, embora não tenha ocorrido qualquer violação, decidiram escoltar as aeronaves para o norte.

"Os bombardeiros russos de longo alcance Blackjacks [Tu-160] não estavam respondendo ao controle de tráfego aéreo, tornando-os um perigo para todas as outras aeronaves", disseram as autoridades britânicas ao explicar a situação.

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