Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Marinha do Brasil simula resgate de civis em área de conflito ou desastre natural (VÍDEO)

A Marinha do Brasil realizou entre os dias 6 e 14 de novembro a Operação Atlântico, na praia de Itaoca, no Espírito Santo. A simulação deste ano treinou os oficiais para casos em que houvesse resgate de civis em uma área de conflito armado ou que foram alvos de desastres naturais.
Sputnik

Era por volta de 5h40 do dia 10 de novembro, um sábado, ainda estava amanhecendo, quando o Almirante Paulo Martinho Zucaro, Comandante da Força de Fuzileiros da Esquadra, olhou e disse para a reportagem da Sputnik Brasil: "É guerra".


A declaração foi dada para explicar os motivos de se realizar um treinamento deste porte mesmo em condições extremamente desfavoráveis. A chuva era forte, as ondas na beira da praia atingiam 1,5 metros e os ventos chegaram a 20 km/h. O nível de dificuldade preocupava o alto comando, mas não foi um problema para os fuzileiros e marinheiros.

Antes do amanhecer, sete Carros Lagarta Anfíbios (CLAnf) chegaram à praia e deram início ao desembarque. Após eles chegarem foi…

Caças americanos interceptam bombardeiros russos na área do Alasca

Caças americanos F-22 levantaram voo pela segunda vez neste ano para interceptar bombardeiros estratégicos russos Tu-95 na área do Alasca, relatou a edição Washington Free Beacon.


Sputnik
Segundo o representante do Comando de Defesa Aeroespacial da América do Norte (NORAD, na sigla em inglês), Michael Kucharek, citado pela mídia, o incidente ocorreu no 1º de setembro.

Bombardeiro estratégico Tu-95
Bombardeiro russo Tupolev Tu-95 © Sputnik / Grachev

"Dois caças F-22 interceptaram e monitoraram dois bombardeiros Tu-95 da Rússia até que estes saíram da Zona de Identificação de Defesa Aérea do Alasca, ao longo da cadeia das ilhas Aleutas, rumo ao ocidente", afirmou o militar.

Porém, Kucharek sublinhou que os aviões russos não entraram no espaço aéreo dos EUA ou do Canadá.

A última vez que caças americanos haviam levantado voo para interceptar aviões russos foi em maio deste ano.

Comentando as notícias, o Ministério da Defesa russo afirmou que os Tu-95 realizaram voos de rotina sobre as águas neutras do oceano Ártico, mares de Okhotsk e de Bering, acrescentando que, em certas partes da rota, os aviões russos foram escoltados por dois caças F-22 dos EUA.

Segundo o comunicado do ministério russo, a aviação naval e de longo alcance realiza regularmente voos sobre as águas neutras dos oceanos Ártico, Atlântico, Pacífico e mar Negro. Todos os voos correspondem às regras internacionais e não violam as fronteiras de outros Estados.

Postar um comentário

Postagens mais visitadas