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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Caças da OTAN voltam a sobrevoar Estônia

Os caças Eurofighter da Força Aérea da Alemanha, que realizam uma missão para proteger o espaço aéreo dos países bálticos e que foram transferidos para a base aérea de Amari, perto de Tallinn, realizarão novamente de 17 a 22 de setembro voos diários de treinamento sobre a Estônia a baixa altitude.


Sputnik

Os voos de treinamento foram retomados no início de setembro, depois que todos os voos no âmbito da missão de proteção do espaço aéreo sobre países bálticos foram interrompidos em decorrência de um incidente com o lançamento acidental de um míssil ar-ar pelo caça da Força Aérea Eurofighter no dia 7 de agosto. Até agora o míssil não foi encontrado.

Eurofighter Typhoon S da Força Aérea da Alemanha
CC BY 2.0 / Eurofighter Typhoon S Germany Air Force / https://www.flickr.com/people/14035760@N03

"Durante a semana de trabalho, os caças Eurofighter da Força Aérea da Alemanha realizarão voos de treinamento no espaço aéreo da Estônia. Os voos serão efetuados a uma altura de pelo menos 152 metros e longe dos assentamentos", informou o serviço de imprensa das Forças de Defesa da Estônia.

Em 30 de agosto, os pilotos da Força Aérea alemã e cinco caças Eurofighter mudaram o contingente da Força Aérea da França com quatro caças Mirage 2000-5, que protegiam o espaço aéreo dos países do Báltico desde 3 de maio. A unidade que chegou na Estônia inclui cerca de 160 militares. A base principal da esquadrilha alemã é Neuburgo, no estado de Baviera.

Os voos são conduzidos com base em acordos entre países da OTAN em áreas especialmente designadas. Essas zonas para voos em baixas altitudes são atribuídas por todos os governos dos países bálticos. Segundo os militares, os voos não contradizem as leis da Estônia e são coordenados com o departamento de aviação.

Os países do Báltico não possuem aviões adequados para patrulhamento aéreo. Por isso, desde abril de 2004 (depois da adesão à OTAN), a proteção do espaço aéreo é conduzida por aeronaves dos países da Aliança, no aeroporto de Zokniai na Lituânia, a cinco quilômetros de Siauliai, e também na base aérea de Amari. Na cúpula da OTAN em Chicago, em 2012, a missão foi prorrogada por um período indefinido.

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