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Embraer e Boeing acertam termos de parceria

Acordo prevê criação de uma nova empresa de aviação comercial, com 80% de participação da gigante americana. Boeing vai pagar 4,2 bilhões de dólares aos brasileiros. Transação precisa ser aprovada pelo governo federal.
Deutsch Welle

A Embraer e a gigante americana Boeing anunciaram nesta segunda-feira (17/12) a aprovação dos termos de uma parceria para criar uma nova empresa de aviação comercial. A execução do acerto ainda precisa do aval do governo brasileiro.


De acordo com a proposta, a Boeing deterá 80% de participação na joint venture pelo valor de 4,2 bilhões de dólares, enquanto a fabricante brasileira ficará com os 20% restantes.

"A expectativa é de que a parceria não terá impacto no lucro por ação da Boeing em 2020, passando a ter impacto positivo nos anos seguintes", diz um comunicado conjunto da Embraer e da Boeing divulgado para investidores.

As duas empresas informaram que a joint venture criada para a fabricação de aviões comerciais, que deve absorver toda a operação…

China esclarece conceito de 'liberdade de navegação' nos mares disputados

"A liberdade de navegação não é uma liberdade para invadir e violar a soberania", disse o embaixador chinês no Reino Unido, Liu Xiaoming.


Sputnik

De acordo com o diplomata, Pequim "aprecia" o princípio da liberdade de navegação. No entanto, não permanecerá inativa, pois as potências ocidentais o usam como pretexto para mostrar sua "força militar" e "criar problemas" no mar do Sul da China, disse o embaixador chinês no Reino Unido, citado pelo site oficial da embaixada.

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Liu Xiaoming | Reprodução

"Algumas potências de fora da região parecem não apreciar a paz e a tranquilidade no mar do Sul da China, eles sempre enviam navios de guerra e aviões para criar problemas", destacou durante uma reunião de diplomatas realizada em Londres

A China está preocupada com o fato de os EUA e seus aliados estarem invadindo descaradamente as águas das ilhas Paracel e das ilhas Spratly, onde a China tem infraestrutura militar para proteger suas reivindicações territoriais, explicou.

"Com a desculpa da chamada 'liberdade de navegação', eles ignoraram a vasta rota marítima e escolheram navegar nas águas adjacentes das ilhas e recifes da China para mostrar seu poderio militar", sublinhou o embaixador, adicionando que tais ações são uma "violação grave da soberania da China".

Algumas zonas no mar do Sul da China e no mar da China Oriental são disputadas por países como o Brunei, China, Filipinas, Japão, Malásia, Taiwan e Vietnã.

A China considera as ilhas Spratly como seu território, embora o Tribunal Permanente de Arbitragem de Haia tenha estabelecido que não há bases legais para tais exigências.

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