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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Coalizão dos EUA teria retirado combatentes do Daesh de Deir ez-Zor

A coalizão internacional encabeçada pelos EUA retirou vários militantes do agrupamento terrorista Daesh, proibido na Rússia e em outros países, da província síria de Deir ez-Zor, comunica a mídia síria, citando fontes locais.


Sputnik

De acordo com a agência SANA, os militares da coalizão efetuaram um desembarque perto da aldeia de Al-Murashida, onde estão concentradas as forças do Daesh, e levaram "funcionários" do agrupamento em direção desconhecida.

Situação em Deir-ez Zor
Deir ez-Zor, Síria © Sputnik / Mikhail Alaeddin

Os EUA e seus aliados têm travado uma operação contra o Daesh nos territórios da Síria e do Iraque desde 2014 sem aval por parte de Damasco.

No início de setembro, os militantes atacaram as posições do exército sírio à distância de 36 quilômetros a leste de Palmira. Eles tentaram avançar desde a região de Al-Tanf. Dois militantes foram mortos, outros dois ficaram reféns e deram depoimentos. Particularmente, eles contaram como planejavam efetuar uma série de atentados em Palmira e garantir o acesso à cidade aos outros terroristas.

Ainda de acordo com o depoimento, os militantes pertenciam ao agrupamento Leões Orientais, integrado por cerca de 500 homens. Aliás, seu campo de treinamento se situava junto à região de Al-Tanf, ou seja, perto de uma base militar estadunidense. Um dos terroristas capturados contou que seu grupo tinha sido treinado inclusive por instrutores dos EUA e abastecido com armas e munições produzidos no mesmo país.

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