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Mídia europeia explica como sistema russo S-400 se tornou 'hit de exportações'

Os sistemas russos de defesa antiaérea S-400 têm gerado cada vez mais interesse por parte dos outros países e se tornaram mesmo um "hit de exportações" no mercado internacional de armamentos, opina a mídia alemã.
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Segundo escreveu o jornal Die Welt, a China adquiriu este sistema em janeiro deste ano, a Turquia irá recebê-lo no ano que vem e, em outubro passado, a Índia passou também a estar entre os importadores desta arma, assinando um contrato no valor de mais de 5 bilhões de dólares (quase 19 bilhões de reais) com a empresa estatal russa de exportação de armas.


Em opinião dos especialistas citados pela edição, no que tange às características técnicas, os complexos S-400 superam os análogos norte-americanos. Em particular, os S-400 são capazes de eliminar alvos diferentes em altitudes de até 30 quilômetros, em um raio de 400 quilômetros, podendo ser equipados com mísseis de alcances diferentes.

Já o conhecido sistema norte-americano Patriot, instalado inclusive na Europ…

Comandantes militares podem desafiar autoridade de Trump?

As recentes revelações do novo livro do jornalista Bob Woodward e um polêmico artigo publicado no New York Times no dia 5 de setembro, descrevem o presidente norte-americano como instável e impulsivo em relação aos assuntos de segurança nacional.


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Tais fatos e relatos levantaram a questão sobre se os comandantes militares dos EUA têm ou não autoridade suficiente para desafiar uma ordem direta do presidente e quais seriam essas circunstâncias.

Presidente dos EUA, Donald Trump
Donald Trump © Sputnik / Serguey Guneev

Um dos principais assessores de Trump acredita que o presidente não está apto a atuar como o homem mais poderoso do mundo, e que constantemente seus funcionários precisam alterar e suavizar as ordens expressas pelo líder, segundo a publicação.

Anteriormente, o principal comandante nuclear dos EUA, general John Hyten, disse publicamente que rejeitaria a ordem de Trump de um ataque nuclear, se esta fosse "ilegal".

A única base para contestar uma ordem direta do presidente é que seja ilegal, imoral ou antiética, segundo artigo da CNN.

Em audiência do Comitê de Relações Exteriores do Senado sobre a autoridade do presidente de usar armas nucleares, realizada em novembro de 2017, o ex-chefe do Comando Estratégico dos EUA, general aposentado Robert Kehler, explicou que há exceções dentro do sistema, que garantem a legalidade de qualquer ordem.

Ele também destacou que "somente o presidente dos EUA pode ordenar o uso de armas nucleares dos EUA", mas que o Exército não segue as ordens à risca.

No processo de tomada de decisão em quase todos os níveis, do tático ao estratégico, os diretores jurídicos e os advogados militares participam de forma ativa, informou o analista militar da CNN, John Kirby.

Tais especialistas devem garantir que autoridades uniformizadas, antes de tomar qualquer decisão final sobre o uso da Força Armada em defesa da nação, considerem os princípios da lei de guerra.

"Os comandantes subordinados e os líderes designados têm o dever, a responsabilidade e as diretivas oficiais de comunicação para fazê-la [ordem]", caso haja algum motivo para questionar a legalidade das ordens presidenciais, concluiu o especialista.

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