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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Conselho de Segurança da ONU, condenou o ataque terrorista em Ahvaz

O Conselho de Segurança da ONU condenou o ataque terrorista na cidade de Ahvaz, no sudoeste do Irã, conclamando a comunidade internacional a "cooperar" com Teerã para levar os criminosos à justiça.


Pars Today

A presidente rotativa do Conselho, Nikki Haley, embaixadora dos EUA no órgão mundial, divulgou um comunicado na segunda-feira, afirmando que "o terrorismo em todas as suas formas e manifestações constitui uma das mais sérias ameaças à paz e segurança internacionais".

Conselho de Segurança da ONU, condenou o ataque terrorista em Ahvaz
Conselho de Segurança da ONU

“Os membros do Conselho de Segurança sublinharam a necessidade de responsabilizar os autores, organizadores, financiadores e patrocinadores desses atos repreensíveis de terrorismo e levá-los à justiça e instaram todos os Estados, de acordo com suas obrigações perante o direito internacional e resoluções relevantes do Conselho de Segurança, a cooperar ativamente com o Governo da República Islâmica do Irã e todas as outras autoridades relevantes a este respeito", disse ela.

Haley divulgou a declaração enquanto o presidente iraniano, Hassan Rouhani, estava em Nova York para participar da 73ª sessão anual da Assembleia Geral das Nações Unidas.

Terroristas abriram fogo contra uma multidão durante um desfile militar na cidade de Ahvaz no sábado, matando 25 militares e civis - incluindo mulheres e crianças - e ferindo pelo menos 68 outros.

"Os membros do Conselho de Segurança condenaram nos termos mais fortes o hediondo e covarde ataque terrorista ocorrido na República Islâmica do Irã, em Ahvaz, em 22 de setembro", dizia a declaração de Haley.

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