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Pentágono nega que avião russo tenha 'expulsado' bombardeiro americano do Báltico

O Pentágono não concorda que o bombardeiro estratégico norte-americano B-52H tenha sido expulso por um caça russo Su-27 sobre o mar Báltico, comunicou à Sputnik o representante da entidade militar americana Eric Pahon.
Sputnik

"O avião da Força Aérea dos EUA B-52H realizava operações rotineiras no espaço aéreo internacional segundo o princípio da liberdade de navegação e de voo. Em 20 de março, o B-52H teve um encontro ordinário com um Su-27 russo que efetuava operações sobre o mar Báltico", esclareceu o porta-voz do Pentágono.

Pahon acrescentou que o Su-27 não expulsou o B-52H, que conseguiu completar a sua missão.

Na véspera, o Ministério da Defesa da Rússia publicou um vídeo de caças russos escoltando um bombardeiro estratégico americano Boeing B-52H sobre as águas neutras do mar Báltico. Segundo o comunicado, dois caças Su-27 levantaram voo para identificar e acompanhar a aeronave dos EUA.

De acordo com o Ministério, após o B-52H ter mudado de trajetória, distanciando-se da f…

Correspondente britânico destrona mitos do Ocidente sobre situação em Idlib

O correspondente britânico da edição The Independent, Robert Fisk, ao percorrer toda a fronteira da província síria de Idlib, afirmou não ter avistado quaisquer sinais de preparativos de ofensiva do exército sírio.


Sputnik

Apesar de todas as "advertências de Trump, da ONU, de Merkel e de Erdogan sobre uma alegada catástrofe humanitária, ataque químico e Armagedom", durante viagem de dois dias por toda a fronteira de Idlib, o autor não viu nenhuma concentração de 100 mil soldados sírios perto da província, informação enganosa propagada anteriormente.

Entrada da cidade de Idlib, Síria
Idlib, Síria © AFP 2018 / Omar Haj Kadour

"Os únicos 'agrupamentos maciços', que consegui encontrar, eram rebanhos de ovelhas, e, perto de Aleppo, de camelos", assinalou Fisk, indicando, porém, que isso não significa que as tropas síria não podem se posicionar fora da linha de frente.

O jornalista duvida do número de envolvidos nos dois lados do conflito. De acordo com ele, o número de terroristas em Idlib mais parece corresponder a 10.000 do que a 30.000, algo que vem sendo triplicado por "especialistas" ocidentais.

A quantidade de civis na província está também em questão, podendo corresponder a 2,5 milhões ou a três milhões. Dados sobre o número de civis que se encontravam na libertada Aleppo em 2016 foram consideravelmente exagerados, indicou o autor.

Fisk acredita ser impossível confiar nas informações divulgadas pela mídia sobre ataques aéreos a Idlib, já que nenhum jornalista ocidental faz cobertura diretamente do local.

Em geral, até a "luta final" por Idlib ainda falta muito, embora ela venha a acontecer no futuro, acredita o jornalista.

"Não está tudo tranquilo na frente do norte, mas também não é guerra", concluiu Robert Fisk.

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