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Marinha do Brasil simula resgate de civis em área de conflito ou desastre natural (VÍDEO)

A Marinha do Brasil realizou entre os dias 6 e 14 de novembro a Operação Atlântico, na praia de Itaoca, no Espírito Santo. A simulação deste ano treinou os oficiais para casos em que houvesse resgate de civis em uma área de conflito armado ou que foram alvos de desastres naturais.
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Era por volta de 5h40 do dia 10 de novembro, um sábado, ainda estava amanhecendo, quando o Almirante Paulo Martinho Zucaro, Comandante da Força de Fuzileiros da Esquadra, olhou e disse para a reportagem da Sputnik Brasil: "É guerra".


A declaração foi dada para explicar os motivos de se realizar um treinamento deste porte mesmo em condições extremamente desfavoráveis. A chuva era forte, as ondas na beira da praia atingiam 1,5 metros e os ventos chegaram a 20 km/h. O nível de dificuldade preocupava o alto comando, mas não foi um problema para os fuzileiros e marinheiros.

Antes do amanhecer, sete Carros Lagarta Anfíbios (CLAnf) chegaram à praia e deram início ao desembarque. Após eles chegarem foi…

Correspondente britânico destrona mitos do Ocidente sobre situação em Idlib

O correspondente britânico da edição The Independent, Robert Fisk, ao percorrer toda a fronteira da província síria de Idlib, afirmou não ter avistado quaisquer sinais de preparativos de ofensiva do exército sírio.


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Apesar de todas as "advertências de Trump, da ONU, de Merkel e de Erdogan sobre uma alegada catástrofe humanitária, ataque químico e Armagedom", durante viagem de dois dias por toda a fronteira de Idlib, o autor não viu nenhuma concentração de 100 mil soldados sírios perto da província, informação enganosa propagada anteriormente.

Entrada da cidade de Idlib, Síria
Idlib, Síria © AFP 2018 / Omar Haj Kadour

"Os únicos 'agrupamentos maciços', que consegui encontrar, eram rebanhos de ovelhas, e, perto de Aleppo, de camelos", assinalou Fisk, indicando, porém, que isso não significa que as tropas síria não podem se posicionar fora da linha de frente.

O jornalista duvida do número de envolvidos nos dois lados do conflito. De acordo com ele, o número de terroristas em Idlib mais parece corresponder a 10.000 do que a 30.000, algo que vem sendo triplicado por "especialistas" ocidentais.

A quantidade de civis na província está também em questão, podendo corresponder a 2,5 milhões ou a três milhões. Dados sobre o número de civis que se encontravam na libertada Aleppo em 2016 foram consideravelmente exagerados, indicou o autor.

Fisk acredita ser impossível confiar nas informações divulgadas pela mídia sobre ataques aéreos a Idlib, já que nenhum jornalista ocidental faz cobertura diretamente do local.

Em geral, até a "luta final" por Idlib ainda falta muito, embora ela venha a acontecer no futuro, acredita o jornalista.

"Não está tudo tranquilo na frente do norte, mas também não é guerra", concluiu Robert Fisk.

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