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Militares revelam como suas vidas foram destruídas pelo Exército dos EUA

O Twitter oficial do Exército dos EUA realizou uma pesquisa para averiguar como o serviço impactou a vida de seus militares.
Sputnik

Atualmente, mais de 9.000 pessoas já compartilharam suas opiniões. Apesar de constatarem que o serviço no Exército fortalece fisicamente e emocionalmente as pessoas, dando algum sentido às suas vidas e abrindo perspectivas profissionais, há muitos outros comentários com declarações céticas e críticas sobre a influência do Exército dos EUA no mundo, no país e na sua vida pessoal.

Várias pessoas compartilharam histórias de seus familiares que cometeram suicídio, sofreram de transtorno por estresse pós-traumático, passaram por mudanças radicais de caráter e comportamento ou deixaram de ser saudáveis depois de participarem em ações militares dos EUA.

Além disso, há aqueles cujos familiares ou eles próprios foram abusados durante o serviço.

Outros usuários recordaram que os horrores da guerra deixam cicatrizes na mente.

Diversos outros usuários da rede social compa…

Correspondente britânico destrona mitos do Ocidente sobre situação em Idlib

O correspondente britânico da edição The Independent, Robert Fisk, ao percorrer toda a fronteira da província síria de Idlib, afirmou não ter avistado quaisquer sinais de preparativos de ofensiva do exército sírio.


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Apesar de todas as "advertências de Trump, da ONU, de Merkel e de Erdogan sobre uma alegada catástrofe humanitária, ataque químico e Armagedom", durante viagem de dois dias por toda a fronteira de Idlib, o autor não viu nenhuma concentração de 100 mil soldados sírios perto da província, informação enganosa propagada anteriormente.

Entrada da cidade de Idlib, Síria
Idlib, Síria © AFP 2018 / Omar Haj Kadour

"Os únicos 'agrupamentos maciços', que consegui encontrar, eram rebanhos de ovelhas, e, perto de Aleppo, de camelos", assinalou Fisk, indicando, porém, que isso não significa que as tropas síria não podem se posicionar fora da linha de frente.

O jornalista duvida do número de envolvidos nos dois lados do conflito. De acordo com ele, o número de terroristas em Idlib mais parece corresponder a 10.000 do que a 30.000, algo que vem sendo triplicado por "especialistas" ocidentais.

A quantidade de civis na província está também em questão, podendo corresponder a 2,5 milhões ou a três milhões. Dados sobre o número de civis que se encontravam na libertada Aleppo em 2016 foram consideravelmente exagerados, indicou o autor.

Fisk acredita ser impossível confiar nas informações divulgadas pela mídia sobre ataques aéreos a Idlib, já que nenhum jornalista ocidental faz cobertura diretamente do local.

Em geral, até a "luta final" por Idlib ainda falta muito, embora ela venha a acontecer no futuro, acredita o jornalista.

"Não está tudo tranquilo na frente do norte, mas também não é guerra", concluiu Robert Fisk.

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