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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Democratas americanos tentam impedir plano de Trump de criar novas ogivas nucleares

No Congresso americano, os democratas prepararam um novo projeto de lei que provavelmente irá atrapalhar os planos da Casa Branca que visam a criação de novas ogivas nucleares de baixa potência para o míssil Trident D5, conforme documento publicado pelo representante da câmara, Adam Schmidt.


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Segundo os autores do documento, "[…] novas ogivas nucleares de baixa potência, instaladas em submarinos, reduzirão o limite de aplicação de armas nucleares e elevarão os riscos de falhas, o que poderia ocasionar ataques nucleares recíprocos em grande escala". Além disso, eles exigem o corte do financiamento do projeto pelo orçamento de desenvolvimento do setor de Defesa em 2019.

Presidente Donald Trump
Donald Trump © AP Photo / Alex Brandon

Os planos de Donald Trump de aliviar as restrições impostas sobre a fabricação de ogivas nucleares, visando a criação de novas ogivas de baixa potência para serem utilizadas em mísseis modificados, como o Trident II (D5) utilizado em submarinos, foram citados pelo jornal The Guardian no início do ano.

O principal objetivo desse plano, segundo o The Guardian, seria conter a utilização pela Rússia de armas nucleares táticas em um conflito no Leste Europeu, além de ampliar a lista de condições para uso do arsenal nuclear, incluindo em resposta a um ataque convencional.

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