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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

'Deus da Guerra' russo está voltando com nova força, diz mídia americana

A Rússia começou a modernização de sua artilharia pesada de longo alcance, escreve o jornal norte-americano The National Interest, chamando-a de "Deus da Guerra".


Sputnik

Trata-se do morteiro autopropulsado 2S4 Tyulpan de 240 milímetros e do obuseiro 2S7 Pion de 203 milímetros. Ambas as armas são capazes de disparar projéteis nucleares, "algo que a OTAN poderia ter sentido na sua pele se a Guerra Fria tivesse virado quente", escreve a edição, citando o Escritório de Estudos de Defesa Estrangeiro do Exército dos EUA (FMSO).

Morteiro autopropulsado russo 2S4 Tyulpan
Morteiro autopropulsado 2S4 Tyulpan de 240 milímetros © Sputnik / Kirill Kallinikov

Quando a Guerra Fria acabou, a Rússia enviou a maioria de sua artilharia de grande calibre para os armazéns, mas agora decidiu adaptar estes armamentos para os desafios modernos.

"Segundo relatos, o 2S4 está sendo modernizado para ser integrado nos sistemas russos de comando e controle de artilharia e ser equipado com modernos sistemas de comunicação e controle de fogo melhorados", escreve a edição, citando a FMSO.

Mesmo assim, os analistas da FMSO desconhecem por que razão a Rússia está devolvendo a sua velha artilharia. Segundo uma das versões, tal artilharia poderá ser usada para "pulverizar áreas urbanas e fortificações no campo", uma tarefa complicada para peças de artilharia russas de calibre menor.

Os especialistas avançam uma possível explicação: os projéteis para o 2S4 Tyulpan e 2S7 Pion são mais baratos para serem produzidos do que os mísseis balísticos.

O morteiro autopropulsado soviético de calibre 240 mm Tyulpan foi desenvolvido para destruir fortificações, pessoal e armas inimigos. Entrou em serviço em 1972, sendo usado pela primeira vez na guerra no Afeganistão.

O canhão autopropulsado 2S7 Pion de 203 milímetros foi desenhado para atacar a retaguarda do inimigo, realizar bombardeamentos maciços de alvos de importância especial e meios de ataque nuclear a uma distância tática de até 47 quilômetros. Entrou em serviço em 1975 e foi produzido até o colapso da URSS.

A artilharia é considerada historicamente talvez a arma mais poderosa do exército russo. Falando sobre o poderio da artilharia, o líder soviético Josef Stalin disse em 1941 o seguinte: "A artilharia é o mais importante gênero das tropas. A artilharia é o Deus da guerra moderna.

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