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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Dez fragatas OHP continuam disponíveis para venda

Com a desistência da Marinha dos EUA de reativar no ano passado sete fragatas classe OHP – Oliver Hazard Perry, dez navios continuam disponíveis para venda via FMS – Foreign Military Sales.


Poder Naval

Segundo o Secretário da Marinha dos EUA Richard V. Spencer, uma fragata OHP pode ser recolocada em operação por apenas US$ 35.000.

Fragatas OHP na reserva
Fragatas OHP nos EUA

Segundo Spencer, por esse pequeno valor, “não há sistemas de combate, mas o navio está pronto para o mar, pronto para navegação, com radar funcionando. Essa é uma plataforma bastante barata e comprovada aqui”.

Segundo estimativa da US Navy, cada fragata OHP plenamente reativada com todos os sistemas de combate funcionando custaria US$ 432 milhões por 10 anos de operação (US$ 43,2 milhões por ano).

Depois da análise, a US Navy preferiu continuar investindo nos novos LCS – Littoral Combat Ship e em outros navios que estão sendo usados no combate ao tráfico de drogas no Caribe.

Taiwan comprou duas OHP por US$ 190 milhões

Taiwan adquiriu em 2015 duas fragatas classe Oliver Hazard Perry (FFG-7) com um custo estimado de US$ 190 milhões.

A aquisição via FMS (Foreign Military Sales) incluiu:
  • (2) Oliver Hazard Perry Class Frigates (FFG-7)
  • MK-92 Mod 6 Fire Control System;
  • SQQ- 89V(9) Anti-Submarine Warfare System
  • MK-75 76mm Gun System,
  • Phalanx 20mm Close-In Weapon System (CIWS) (Block 18),
  • MK-13 Guided Missile Launching System (GMLS),
  • AN/SLQ-32 Electronic Warfare System,
  • SPS-49 Radar
  • SQR-19 Towed Array Sonar,
  • SQS-56 Sonar;
Os navios USS Taylor (FFG-50) e USS Gary (FFG-51) chegaram a Taiwan em 2017, rebatizados como Feng Chia (PFG-1112) e Ming Chuan (PFG-1115).


Navios poderiam preencher lacuna na Esquadra Brasileira

Devido ao congelamento do programa Prosuper de aquisição de fragatas e o atraso no programa das corvetas classe Tamandaré, a aquisição de pelo menos quatro OHP poderia aliviar o sufoco da Esquadra Brasileira.

Como foi detalhado pelo Poder Naval, o estado dos navios de escolta da MB é precário. As duas corvetas classe Inhaúma restantes e duas fragatas Type 22 necessitam de substituição urgente e três fragatas classe Niterói mais desgastadas também terão que ser desativadas em breve.

As fragatas classe OHP poderiam ser incorporadas por um baixo custo, podendo realizar missões de presença e patrulha naval sem a necessidade de reativação de todos os sistemas de armas.

A médio prazo os navios poderiam ter seus sistemas de combate reativados, quando a situação orçamentária da Marinha melhorar.

Uma das vantagens das OHP é que elas podem operar dois helicópteros Sea Hawk (SH-16 na MB) que não podem pousar nos atuais escoltas brasileiros.

Outro ponto positivo seria a possibilidade de reativação dos lançadores de mísseis Mk.13 que podem ser modificados para disparar mísseis antiaéreos SM-2 Standard, garantindo uma defesa antiaérea de área à Esquadra Brasileira por um bom tempo.

A propulsão das OHP também é conhecida da MB: turbinas GE LM2500, usadas nas corvetas classe Inhaúma e na corveta Barroso.

As OHP poderiam assim segurar as pontas na Esquadra até a chegada das corvetas classe Tamandaré.

Não podemos esquecer que um expediente semelhante foi usado pela MB nos anos 90, quando o atraso da incorporação das corvetas classe Inhaúma levou à aquisição de quatro fragatas classe Garcia da US Navy.

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