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Militares juntam-se à polícia em protesto dos "coletes amarelos". Há 31 detidos

Os militares da operação antiterrorista "Sentinela" foram mobilizados para proteger as principais instituições francesas. Ao final da manhã, os coletes amarelos eram ainda em pequeno número na capital e quase invisíveis entre a população.
Diário de Notícias

As forças armadas francesas juntaram-se à polícia, este sábado, em Paris, para enfrentar o 19º fim de semana consecutivo de protestos dos coletes amarelos contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Ao final da manhã, com os locais habituais de manifestação interditos e o reforço militar junto às principais instituições francesas, os "coletes amarelos" passavam quase despercebidos entre turistas e parisienses.

Segundo a Reuters, o governo francês decidiu mobilizar os militares da operação antiterrorista "Sentinela", depois de ter proibido os manifestantes de se reunirem nos Campos Elísios, onde no último fim de semana dezenas de lojas foram destruídas e algumas completamente pilhadas.

Além da presença …

Donetsk: Forças Armadas ucranianas sofrem com falta de equipamentos militares

A administração militar das Forças Armadas da Ucrânia está tentando esconder os problemas com a falta de armamento em Donbass, disse o chefe da assessoria de imprensa das Forças Armadas da República Popular de Donetsk (DNR), Daniil Beznosov.


Sputnik

Segundo ele, o Exército da Ucrânia tem que usar equipamentos militares antigos retirados do armazenamento e observou que a falta de armamento afetou até as unidades de "elite" do exército ucraniano. 

Veículo blindado de infantaria destruído que pertencia ao exército ucraniano
Blindado ucraniano destruído © Sputnik / Mikhail Voskresensky

"Assim, as autoridades militares das Forças Armadas da Ucrânia, tentam criar a ilusão de prontidão de combate e prontidão de combate de suas Forças Armadas, até mesmo da parte chamada 'elite' que recolhe os exemplares faltantes em toda a Ucrânia", destacou.

Os graves problemas no Exército ucraniano foram relatados repetidamente em Kiev. Segundo o promotor militar do país, Anatoly Matios, desde 2014 as perdas sem combate das Forças Armadas da Ucrânia somaram mais de dez mil pessoas. Ao mesmo tempo, o estado moral e psicológico dos militares ucranianos está se deteriorando. Os militares saqueiam e organizam brigas devido ao consumo de álcool, cometem infrações disciplinares, o que acaba acarretando em deserção e suicídio.

A qualidade do equipamento militar ucraniano também deixa muito a desejar. Assim, a Marinha do país está passando por sérios problemas. Os navios antigos estão gradualmente se quebrando e não há recursos suficientes para os novos. No início de junho, o comandante da Marinha ucraniana, Igor Voronchenko, declarou que o orçamento não dispõe de capital para construir a série de corvetas Vladimir Veliky. Como o vice-almirante sublinhou, se Kiev não encontrar recursos financeiros, todo o setor de construção naval militar do país poderá "não ter mais volta".

Os parceiros estrangeiros também se queixam do estado insatisfatório do equipamento comprado da Ucrânia. Assim, no início de 2014, o Iraque devolveu imediatamente a Kiev 42 veículos blindados BTR-4 e cancelou o contrato de fornecimento.

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