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Militares juntam-se à polícia em protesto dos "coletes amarelos". Há 31 detidos

Os militares da operação antiterrorista "Sentinela" foram mobilizados para proteger as principais instituições francesas. Ao final da manhã, os coletes amarelos eram ainda em pequeno número na capital e quase invisíveis entre a população.
Diário de Notícias

As forças armadas francesas juntaram-se à polícia, este sábado, em Paris, para enfrentar o 19º fim de semana consecutivo de protestos dos coletes amarelos contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Ao final da manhã, com os locais habituais de manifestação interditos e o reforço militar junto às principais instituições francesas, os "coletes amarelos" passavam quase despercebidos entre turistas e parisienses.

Segundo a Reuters, o governo francês decidiu mobilizar os militares da operação antiterrorista "Sentinela", depois de ter proibido os manifestantes de se reunirem nos Campos Elísios, onde no último fim de semana dezenas de lojas foram destruídas e algumas completamente pilhadas.

Além da presença …

Enviado da ONU vê oportunidade para desbloquear processo sírio com Rússia, Irã e Turquia

Reuniões devem ocorrer entre 10 e 11 de setembro em Genebra; Staffan de Mistura vê “momento de verdade” em prol de acordo político para o fim da guerra civil; ONU preocupada com situação de 2,9 milhões de pessoas expostas a possível batalha em Idlib.


ONU

O enviado especial da ONU para a Síria disse acreditar que as reuniões marcadas para a próxima semana com a Rússia, o Irã e a Turquia sejam “a oportunidade para desbloquear o processo para acabar com o conflito sírio”.

Enviado espacial da ONU para a Síria, Staffand de Mistura. , by ONU/Violaine Martin

O encontro entre Staffan de Mistura e representantes dos três países foi anunciado para segunda e terça-feira em Genebra.

Credibilidade

De acordo com o mediador, o objetivo das partes é facilitar a criação de um comité constitucional inclusivo que, dirigido pelos sírios, “pode ser o ponto de partida para um processo político com credibilidade”.

Nessas reuniões, os participantes devem analisar as listas do governo e da oposição com nomes dos potenciais membros do comitê que estariam à frente de uma reforma Constitucional síria.

Para o representante, os encontros são “um momento de verdade” onde as partes vão buscar um acordo político confiável para o fim da guerra civil de sete anos. O enviado revelou ainda que isso é essencial para milhões de refugiados sírios que aguardam a decisão de retornar às suas casas.

Idlib

De Mistura falou com jornalistas, em sessão onde revelou que a situação em Idlib é prioridade da comunidade internacional. Para o mediador, todos continuam desejando, pedindo e esperando que seja evitada a batalha pela cidade.

Em segundo lugar, ele afirmou que é preciso dar mais tempo para negociações, principalmente entre a Rússia e a Turquia, importantes partes indiretamente interessadas que têm dialogado e falaram na manhã desta terça-feira.

Segundo o enviado da ONU, as duas partes têm as chaves para uma solução suave para a questão de Idlib.

Ele lembrou que dentro da área estão 2,9 milhões de pessoas e, que entre elas 1 milhão de crianças que não são terroristas.

De Mistura alertou ainda que “se ocorrerem grandes operações militares, pode-se esperar uma catástrofe humanitária que todos querem que seja evitada”. Ele afirmou que está pronto para ir pessoalmente a Idlib em busca de uma fórmula que evite mais conflitos.

O mediador também disse acreditar que ambos os lados do conflito possam ter acesso a armas à base de cloro, que descreveu como estando “na zona cinzenta entre armas convencionais e químicas”.

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