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Executiva da Huawei deixa a prisão após pagar fiança no Canadá; ex-diplomata canadense é preso na China

Justiça aceitou pedido da chinesa, que foi detida a pedido dos Estados Unidos e corria risco de extradição. Fiança estipulada fixada em US$ 7,5 milhões.
Por G1

A diretora financeira da Huawei, Meng Wanzhou, foi solta nesta quarta-feira (12) depois de passar 11 dias presa no Canadá.

A executiva teve aceito o pedido de liberdade condicional, por um juiz canadense. O valor da fiança foi fixado em 10 milhões de dólares canadenses (US$ 7,5 milhões).

Meng saiu da prisão poucas horas depois da ordem do juiz, informou o canal Global News.

"O risco de que não se apresente perante o tribunal (para uma audiência de extradição) pode ser reduzido a um nível aceitável, impondo as condições de fiança propostas por seu assessor", disse o juiz, aplaudido na sala do tribunal pelos partidários da empresa chinesa, informa a France Presse.

As condições de libertação incluem a entrega de seus dois passaportes, que permaneça em uma de suas residências de Vancouver e use tornozeleira eletrônica. Além dis…

Espanha quer reconhecer Estado palestino

Espanha avalia a possibilidade de reconhecer a Palestina como um Estado independente sem condicionar esse passo a um acordo amplo no seio da União Européia (UE), informou hoje o ministro de Assuntos Exteriores, Josep Borrell.


Prensa Latina
Madri - Em um encontro em Madri, Borrell confirmou que 'o tema está na mesa' do executivo presidido pelo socialista Pedro Sánchez, que em junho substituiu o conservador Mariano Rajoy no Palácio da Moncloa.


O chefe da diplomacia espanhola precisou que se trata de 'uma decisão transcendental que há que estudar suas consequências e seus efeitos, e está sendo analisada'.

No seu julgamento, é evidente que a situação na Palestina não pode continuar como está, e deve ser aberto um processo intenso com os demais membros do clube comunitário sobre o tema para tomar decisões.

'No caso de que a UE não seja capaz de tomar uma decisão conjunta, que cada qual assuma sua responsabilidade', enfatizou.

Comentou que na mais recente reunião da comissão de Assuntos Exteriores do bloco perguntou a seus homólogos europeus, sem receber resposta, que segue crendo na solução dos dois Estados (o israelense e o palestino), como via para resolver o prolongado conflito.

Em 2014, o Congresso dos Deputados pediu ao então Governo de direita do Partido Popular de Rajoy para reconhecer a Palestina como Estado soberano.

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