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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Espanha quer reconhecer Estado palestino

Espanha avalia a possibilidade de reconhecer a Palestina como um Estado independente sem condicionar esse passo a um acordo amplo no seio da União Européia (UE), informou hoje o ministro de Assuntos Exteriores, Josep Borrell.


Prensa Latina
Madri - Em um encontro em Madri, Borrell confirmou que 'o tema está na mesa' do executivo presidido pelo socialista Pedro Sánchez, que em junho substituiu o conservador Mariano Rajoy no Palácio da Moncloa.


O chefe da diplomacia espanhola precisou que se trata de 'uma decisão transcendental que há que estudar suas consequências e seus efeitos, e está sendo analisada'.

No seu julgamento, é evidente que a situação na Palestina não pode continuar como está, e deve ser aberto um processo intenso com os demais membros do clube comunitário sobre o tema para tomar decisões.

'No caso de que a UE não seja capaz de tomar uma decisão conjunta, que cada qual assuma sua responsabilidade', enfatizou.

Comentou que na mais recente reunião da comissão de Assuntos Exteriores do bloco perguntou a seus homólogos europeus, sem receber resposta, que segue crendo na solução dos dois Estados (o israelense e o palestino), como via para resolver o prolongado conflito.

Em 2014, o Congresso dos Deputados pediu ao então Governo de direita do Partido Popular de Rajoy para reconhecer a Palestina como Estado soberano.

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