Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Mídia europeia explica como sistema russo S-400 se tornou 'hit de exportações'

Os sistemas russos de defesa antiaérea S-400 têm gerado cada vez mais interesse por parte dos outros países e se tornaram mesmo um "hit de exportações" no mercado internacional de armamentos, opina a mídia alemã.
Sputnik

Segundo escreveu o jornal Die Welt, a China adquiriu este sistema em janeiro deste ano, a Turquia irá recebê-lo no ano que vem e, em outubro passado, a Índia passou também a estar entre os importadores desta arma, assinando um contrato no valor de mais de 5 bilhões de dólares (quase 19 bilhões de reais) com a empresa estatal russa de exportação de armas.


Em opinião dos especialistas citados pela edição, no que tange às características técnicas, os complexos S-400 superam os análogos norte-americanos. Em particular, os S-400 são capazes de eliminar alvos diferentes em altitudes de até 30 quilômetros, em um raio de 400 quilômetros, podendo ser equipados com mísseis de alcances diferentes.

Já o conhecido sistema norte-americano Patriot, instalado inclusive na Europ…

Especialista militar: nem tudo está bem na Marinha britânica

O ex-comandante da Marinha do Reino Unido, Alan West, afirma que o país não é capaz de assegurar a proteção de suas águas territoriais. O especialista militar russo Aleksei Podberezkin comentou essa declaração ao serviço russo da Rádio Sputnik.


Sputnik

O ex-comandante da Marinha britânica, Alan West, expressou à edição The Independent a sua opinião de que o país não é capaz de assegurar a proteção de suas águas territoriais.

Destroier da Marinha Real Britânica HMS Diamond
Destroier britânico HMS Diamond © flickr.com/ Defence Images

Para ele, o recente conflito entre pescadores franceses e britânicos no canal da Mancha por causa da captura de vieiras demonstrou que o Reino Unido carece de navios para proteger suas águas territoriais, assinalando que depois do Brexit a situação será "catastrófica".

Além disso, ele acredita que o incidente revela as falhas de organização no trabalho dos serviços militares, em particular a ausência de um centro de comando único.

O diretor de pesquisas político-militares da Universidade de Relações Internacionais de Moscou e doutor em História, Aleksei Podberezkin, comentou ao serviço russo da Rádio Sputnik essa declaração.

"Tais declarações surgem quando se agrava a disputa em relação à construção de navios para a Marinha do Reino Unido. Na verdade, lá nem tudo está bem. O Reino Unido tem um orçamento militar bastante grande que tradicionalmente está orientado para o desenvolvimento das forças navais. Por isso não vale queixarem-se de um frágil poder naval do Reino Unido — isso não é assim", opina o especialista militar.

Para ele, outra questão é que a Inglaterra considera regiões globais como esfera dos seus interesses. A propósito, ela age ativamente inclusive nas águas costeiras russas. Os navios britânicos aparecem com frequência nos nossos mares do norte, no Báltico e até no mar Negro.

"O Reino Unido considera sempre como insuficiente sua presença naval. O domínio tradicional da Britânia sobre os mares, que nos últimos tempos deixou de existir, ficou nas cabeças dos militares e políticos britânicos. As ambições globais inglesas ficaram, mas para garanti-las é preciso ter uma força naval correspondente. Mas o Reino Unido de hoje, com certeza, tem uma força naval insuficiente", concluiu Aleksei Podberezkin.

Postar um comentário

NOTÍCIAS MAIS LIDAS

Postagens mais visitadas