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Marinha do Brasil abre processo administrativo para apurar vídeo de militares dançando 'Jenifer' em navio

Em nota, a Marinha informou que e 'foi constatado comportamento completamente incompatível com as tradições' e que irá apurar o ocorrido.
Por G1 Rio

A Marinha do Brasil instaurou um processo administrativo para apurar um vídeo em que um grupo de militares aparece dançando a música "Jenifer" em um navio oficial.


A embarcação, segundo a Marinha, é o Aviso de Instrução Guarda-Marinha Brito, que fica sediado no Rio de Janeiro. A gravação foi feita durante o estágio de mar de militares.

Em nota, a Marinha informou que "foi constatado comportamento completamente incompatível com as tradições da Marinha" e que, para ampliar a apuração do ocorrido, foi instaurado um procedimento administrativo "cuja conclusão, certamente, conterá as propostas pertinentes às necessárias correções no inaceitável comportamento".

Assista o vídeo

Especialista: na área da elaboração de sistemas antimíssil Rússia está sempre à frente

No âmbito das manobras Vostok 2018, os militares russos treinaram o derrube de mísseis "invisíveis". O especialista militar russo Igor Korotchenko avaliou para o serviço russo da Rádio Sputnik as capacidades do sistema russo de defesa antimíssil.


Sputnik

No decorrer das manobras Vostok 2018, no polígono de Telemba, na república russa de Buriátia, os militares tiveram que derrubar objetivos de treinamento que imitavam "mísseis invisíveis", cujas características superam os análogos estrangeiros conhecidos, afirmou o comandante da 76ª divisão de defesa antiaérea, coronel Sergei Tikhonov, ao canal Zvezda.

O novo míssil de intercepção […] cumpriu a missão atingindo um alvo convencional no tempo estabelecido, assinalou o vice-comandante de uma unidade de defesa antiaérea e antimísseis da Força Aeroespacial russa, major-general Andrei Prikhodko.
© Sputnik / Ministério da Defesa da Rússia

Ele destacou que o trabalho foi dificultado pela amplitude de alturas e velocidades das ogivas do inimigo convencional. "Algumas voavam à altura de 100-150 metros, outros apontavam a objetivos e infraestruturas a partir de vários quilômetros. Além disso, tínhamos que reagir aos alvos em intervalos de dez, cinco e até três segundos", contou Tikhonov.

Segundo ele, o comando decidiu não se limitar a mísseis de treinamento típicos.

"No ataque em massa convencional foram lançadas cópias especiais de mísseis de cruzeiro reais que são capazes de contornar o relevo", ressaltou o coronel.

Tikhonov acrescentou que alguns aviões portadores, equipados com tais ogivas de cruzeiro, foram derrubados ainda em voo. Apesar das condições difíceis, as guarnições e equipes russas conseguiram repelir todos os mísseis, destacou.

O editor-chefe da revista Defesa Nacional, Igor Korotchenko, avaliou para o serviço russo da Rádio Sputnik os resultados dos exercícios.

"O sistema russo de defesa antiaérea e aeroespacial treinou em condições reais a busca e destruição de alvos convencionais que eram imitados com recurso a soluções furtivas. Pelo visto, foi colocada a tarefa de treinar o episódio de rechaço a um ataque de mísseis da classe Tomahawk, que voam a altitudes extremamente baixas com regime de contorno do relevo local", comentou o especialista.

Para ele, a tarefa foi cumprida com sucesso pelos sistemas modernos do complexo de defesa antimíssil russo. "Na área da elaboração de sistemas de defesa antimíssil nós estamos sempre à frente dos norte-americanos", destacou Igor Korotchenko, acrescentando que os exercícios mostraram que os sistemas de defesa aeroespacial russos são seguros e eficazes.

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