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Militares juntam-se à polícia em protesto dos "coletes amarelos". Há 31 detidos

Os militares da operação antiterrorista "Sentinela" foram mobilizados para proteger as principais instituições francesas. Ao final da manhã, os coletes amarelos eram ainda em pequeno número na capital e quase invisíveis entre a população.
Diário de Notícias

As forças armadas francesas juntaram-se à polícia, este sábado, em Paris, para enfrentar o 19º fim de semana consecutivo de protestos dos coletes amarelos contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Ao final da manhã, com os locais habituais de manifestação interditos e o reforço militar junto às principais instituições francesas, os "coletes amarelos" passavam quase despercebidos entre turistas e parisienses.

Segundo a Reuters, o governo francês decidiu mobilizar os militares da operação antiterrorista "Sentinela", depois de ter proibido os manifestantes de se reunirem nos Campos Elísios, onde no último fim de semana dezenas de lojas foram destruídas e algumas completamente pilhadas.

Além da presença …

Especialista: na área da elaboração de sistemas antimíssil Rússia está sempre à frente

No âmbito das manobras Vostok 2018, os militares russos treinaram o derrube de mísseis "invisíveis". O especialista militar russo Igor Korotchenko avaliou para o serviço russo da Rádio Sputnik as capacidades do sistema russo de defesa antimíssil.


Sputnik

No decorrer das manobras Vostok 2018, no polígono de Telemba, na república russa de Buriátia, os militares tiveram que derrubar objetivos de treinamento que imitavam "mísseis invisíveis", cujas características superam os análogos estrangeiros conhecidos, afirmou o comandante da 76ª divisão de defesa antiaérea, coronel Sergei Tikhonov, ao canal Zvezda.

O novo míssil de intercepção […] cumpriu a missão atingindo um alvo convencional no tempo estabelecido, assinalou o vice-comandante de uma unidade de defesa antiaérea e antimísseis da Força Aeroespacial russa, major-general Andrei Prikhodko.
© Sputnik / Ministério da Defesa da Rússia

Ele destacou que o trabalho foi dificultado pela amplitude de alturas e velocidades das ogivas do inimigo convencional. "Algumas voavam à altura de 100-150 metros, outros apontavam a objetivos e infraestruturas a partir de vários quilômetros. Além disso, tínhamos que reagir aos alvos em intervalos de dez, cinco e até três segundos", contou Tikhonov.

Segundo ele, o comando decidiu não se limitar a mísseis de treinamento típicos.

"No ataque em massa convencional foram lançadas cópias especiais de mísseis de cruzeiro reais que são capazes de contornar o relevo", ressaltou o coronel.

Tikhonov acrescentou que alguns aviões portadores, equipados com tais ogivas de cruzeiro, foram derrubados ainda em voo. Apesar das condições difíceis, as guarnições e equipes russas conseguiram repelir todos os mísseis, destacou.

O editor-chefe da revista Defesa Nacional, Igor Korotchenko, avaliou para o serviço russo da Rádio Sputnik os resultados dos exercícios.

"O sistema russo de defesa antiaérea e aeroespacial treinou em condições reais a busca e destruição de alvos convencionais que eram imitados com recurso a soluções furtivas. Pelo visto, foi colocada a tarefa de treinar o episódio de rechaço a um ataque de mísseis da classe Tomahawk, que voam a altitudes extremamente baixas com regime de contorno do relevo local", comentou o especialista.

Para ele, a tarefa foi cumprida com sucesso pelos sistemas modernos do complexo de defesa antimíssil russo. "Na área da elaboração de sistemas de defesa antimíssil nós estamos sempre à frente dos norte-americanos", destacou Igor Korotchenko, acrescentando que os exercícios mostraram que os sistemas de defesa aeroespacial russos são seguros e eficazes.

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