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Militares juntam-se à polícia em protesto dos "coletes amarelos". Há 31 detidos

Os militares da operação antiterrorista "Sentinela" foram mobilizados para proteger as principais instituições francesas. Ao final da manhã, os coletes amarelos eram ainda em pequeno número na capital e quase invisíveis entre a população.
Diário de Notícias

As forças armadas francesas juntaram-se à polícia, este sábado, em Paris, para enfrentar o 19º fim de semana consecutivo de protestos dos coletes amarelos contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Ao final da manhã, com os locais habituais de manifestação interditos e o reforço militar junto às principais instituições francesas, os "coletes amarelos" passavam quase despercebidos entre turistas e parisienses.

Segundo a Reuters, o governo francês decidiu mobilizar os militares da operação antiterrorista "Sentinela", depois de ter proibido os manifestantes de se reunirem nos Campos Elísios, onde no último fim de semana dezenas de lojas foram destruídas e algumas completamente pilhadas.

Além da presença …

EUA querem controlar Síria para favorecer Israel, diz chanceler sírio

O ministro das Relações Exteriores da Síria, Walid Mualem, considera que o objetivo dos Estados Unidos é controlar território sírio em conformidade com os interesses de Israel.


Sputnik

"Quero dizer que as metas americanas não são somente americanas, mas também israelenses, que estão sendo postas em prática pelos EUA na Síria", afirmou Mualem durante entrevista à revista do MRE da Rússia Vida Internacional.

Forças dos EUA patrulham arredores da cidade síria de Manbij, em 7 de março de 2017
Tropas dos EUA na Síria © AP Photo / Arab 24 network

Segundo a opinião do chefe do Ministério das Relações Exteriores da Síria, tudo deu início em 2011, quando as tropas governamentais começaram a enfrentar facções armadas da oposição e grupos terroristas.

"Primeiramente, eles [EUA] não querem que a Síria seja o principal país de resistência a Israel. Em segundo lugar, eles não querem que a Síria tenha uma relação estratégica com Irã e Rússia", acrescentou o chanceler sírio.

Além disso, o ministro comentou que Washington queria que seu país "fosse como os outros países da região, ou seja, que ela se tornasse um instrumento de política externa dos EUA em conformidade com as vontades de Israel".

"Partindo deste ponto, quero dizer que o objetivo dos Estados Unidos na Síria corresponde ao controle em conformidade com os interesses de Israel sobre todas as futuras ações da Síria", ressaltou o ministro.

O desenvolvimento do conflito na Síria continua desde 2011, enquanto que no fim de 2017 a vitória sobre o Daesh (grupo terrorista proibido na Rússia e em outros países) na Síria e no Iraque foi declarada em regiões desses países com o apoio da Força Aeroespacial da Rússia, que juntos continuam expulsando militantes. No momento, a regularização política e a restauração da Síria estão em primeiro plano.

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