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Marinha do Brasil abre processo administrativo para apurar vídeo de militares dançando 'Jenifer' em navio

Em nota, a Marinha informou que e 'foi constatado comportamento completamente incompatível com as tradições' e que irá apurar o ocorrido.
Por G1 Rio

A Marinha do Brasil instaurou um processo administrativo para apurar um vídeo em que um grupo de militares aparece dançando a música "Jenifer" em um navio oficial.


A embarcação, segundo a Marinha, é o Aviso de Instrução Guarda-Marinha Brito, que fica sediado no Rio de Janeiro. A gravação foi feita durante o estágio de mar de militares.

Em nota, a Marinha informou que "foi constatado comportamento completamente incompatível com as tradições da Marinha" e que, para ampliar a apuração do ocorrido, foi instaurado um procedimento administrativo "cuja conclusão, certamente, conterá as propostas pertinentes às necessárias correções no inaceitável comportamento".

Assista o vídeo

Ex-comandante britânico revela 'catástrofe' na Marinha do país

O ex-comandante da Marinha do Reino Unido, Alan West, afirmou que o país não é capaz de assegurar a proteção de suas águas territoriais, comunicou a edição The Independent.


Sputnik

De acordo com ele, o recente confronto entre pescadores franceses e britânicos no canal da Mancha por causa da captura de vieiras demonstrou que o Reino Unido carece de navios para proteger suas águas territoriais. Depois da saída do país da União Europeia, a situação será "catastrófica", assinalou. 

O maior navio da Marinha do Reino Unido, o porta-aviões Queen Elizabeth
Porta-aviões britânico Queen Elizabeth © AP Photo / Andrew Milligan

West acredita que o incidente demonstrou as falhas de organização no trabalho dos serviços militares. De acordo com ele, o comando das embarcações é realizado por várias unidades, embora a coordenação devesse ser efetuada por um centro só.

"Neste centro de comando não há um comandante que possa dar indicações às entidades estatais para estas empreenderem determinadas ações, portanto, o centro não pode efetuar um comando apropriado", assinalou o militar.

West acrescentou que, quando o Reino Unido abandonar a UE, o país precisará patrulhar a sua zona econômica exclusiva por si só, mas, frente à situação atual na Marinha do Reino Unido, tudo vai acabar em uma "catástrofe".

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