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Militares juntam-se à polícia em protesto dos "coletes amarelos". Há 31 detidos

Os militares da operação antiterrorista "Sentinela" foram mobilizados para proteger as principais instituições francesas. Ao final da manhã, os coletes amarelos eram ainda em pequeno número na capital e quase invisíveis entre a população.
Diário de Notícias

As forças armadas francesas juntaram-se à polícia, este sábado, em Paris, para enfrentar o 19º fim de semana consecutivo de protestos dos coletes amarelos contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Ao final da manhã, com os locais habituais de manifestação interditos e o reforço militar junto às principais instituições francesas, os "coletes amarelos" passavam quase despercebidos entre turistas e parisienses.

Segundo a Reuters, o governo francês decidiu mobilizar os militares da operação antiterrorista "Sentinela", depois de ter proibido os manifestantes de se reunirem nos Campos Elísios, onde no último fim de semana dezenas de lojas foram destruídas e algumas completamente pilhadas.

Além da presença …

Ex-comandante britânico revela 'catástrofe' na Marinha do país

O ex-comandante da Marinha do Reino Unido, Alan West, afirmou que o país não é capaz de assegurar a proteção de suas águas territoriais, comunicou a edição The Independent.


Sputnik

De acordo com ele, o recente confronto entre pescadores franceses e britânicos no canal da Mancha por causa da captura de vieiras demonstrou que o Reino Unido carece de navios para proteger suas águas territoriais. Depois da saída do país da União Europeia, a situação será "catastrófica", assinalou. 

O maior navio da Marinha do Reino Unido, o porta-aviões Queen Elizabeth
Porta-aviões britânico Queen Elizabeth © AP Photo / Andrew Milligan

West acredita que o incidente demonstrou as falhas de organização no trabalho dos serviços militares. De acordo com ele, o comando das embarcações é realizado por várias unidades, embora a coordenação devesse ser efetuada por um centro só.

"Neste centro de comando não há um comandante que possa dar indicações às entidades estatais para estas empreenderem determinadas ações, portanto, o centro não pode efetuar um comando apropriado", assinalou o militar.

West acrescentou que, quando o Reino Unido abandonar a UE, o país precisará patrulhar a sua zona econômica exclusiva por si só, mas, frente à situação atual na Marinha do Reino Unido, tudo vai acabar em uma "catástrofe".

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