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Fuzileiros Navais do Brasil e dos EUA ratificam acordo de cooperação

Diálogo conversou com o Contra-Almirante (FN) da Marinha do Brasil (MB) Nélio de Almeida para conhecer detalhes dessa parceria
Por Marcos Ommati | Diálogo Américas | Poder Naval

Criar mais oportunidades de intercâmbio de conhecimento e treinamento combinado entre os Fuzileiros Navais do Brasil e dos Estados Unidos. Este é o objetivo principal de um plano de cinco anos ratificado em fevereiro de 2019 entre os representantes de ambas as forças, o Contra-Almirante (FN) da Marinha do Brasil Nélio de Almeida, comandante do Desenvolvimento Doutrinário do Corpo de Fuzileiros Navais (CFN) do Brasil e presidente nacional da Associação de Veteranos desta força, e o Contra-Almirante Michael F. Fahey III, comandante do Corpo de Fuzileiros Navais Sul dos EUA (MARFORSOUTH, em inglês). O C Alte Nélio recebeu Diálogo em seu escritório na Ilha do Governador, Rio de Janeiro, para dar detalhes do acordo e conversar sobre outros temas de interesse das marinhas do Brasil e de outros países da região e dos E…

Ex-comandante britânico revela 'catástrofe' na Marinha do país

O ex-comandante da Marinha do Reino Unido, Alan West, afirmou que o país não é capaz de assegurar a proteção de suas águas territoriais, comunicou a edição The Independent.


Sputnik

De acordo com ele, o recente confronto entre pescadores franceses e britânicos no canal da Mancha por causa da captura de vieiras demonstrou que o Reino Unido carece de navios para proteger suas águas territoriais. Depois da saída do país da União Europeia, a situação será "catastrófica", assinalou. 

O maior navio da Marinha do Reino Unido, o porta-aviões Queen Elizabeth
Porta-aviões britânico Queen Elizabeth © AP Photo / Andrew Milligan

West acredita que o incidente demonstrou as falhas de organização no trabalho dos serviços militares. De acordo com ele, o comando das embarcações é realizado por várias unidades, embora a coordenação devesse ser efetuada por um centro só.

"Neste centro de comando não há um comandante que possa dar indicações às entidades estatais para estas empreenderem determinadas ações, portanto, o centro não pode efetuar um comando apropriado", assinalou o militar.

West acrescentou que, quando o Reino Unido abandonar a UE, o país precisará patrulhar a sua zona econômica exclusiva por si só, mas, frente à situação atual na Marinha do Reino Unido, tudo vai acabar em uma "catástrofe".

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