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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Exército israelense indica quantos mísseis Síria disparou para repelir ataque a Latakia

Uma fonte no Exército de Israel revelou à Sputnik detalhes sobre o recente ataque de Israel à província síria de Latakia e posterior resposta da defesa síria, que levou à derrubada por engano de um avião russo Il-20


Sputnik

Segundo a fonte, Israel avisou a Rússia sobre o ataque planejado às instalações sírias com muito mais antecedência do que um minuto. Durante um briefing, a parte israelense contestou a versão de Moscou, segundo a qual o avião russo não teve tempo de sair da zona de fogo devido ao aviso atrasado de Tel Aviv.

Caças israelenses F-16 no ar sobre a base militar Hatzerim perto de cidade israelense de Beersheva, Israel, 31 de dezembro de 2015
F-16 israelense © AFP 2018

"Com toda a certeza avisamos com muito mais antecedência do que um minuto", sublinhou a fonte.

O mecanismo para prevenção de conflitos entre Moscou e Israel na Síria continua funcionando, acrescentou a fonte, mas poderão ter lugar alterações por acordo mútuo.

Ontem (20), uma delegação militar de Israel liderada pelo comandante da Força Aérea do país, Aluf Amikam Norkin, encontrou-se em Moscou com colegas russos após o incidente com o Il-20 russo. De acordo coma fonte, a visita teve por objetivo expressar as condolências à parte russa e provar que Tel Aviv não é culpado pela derrubada do avião.

"As discussões foram profissionais e acreditamos que a parte russa recebeu bem as informações que prestamos", disse o representante dos militares israelenses durante o briefing.

De acordo com dados dos militares israelenses, o sistema de defesa aérea sírio disparou mais de 20 mísseis para repelir o ataque aéreo de Israel.

Um destes mísseis atingiu erradamente o avião russo Il-20, que naquele momento estava realizando uma missão de reconhecimento no espaço aéreo sírio, segundo o Ministério da Defesa russo.

O Il-20 foi abatido sobre o mar Mediterrâneo no dia 17 de setembro, a 35 quilômetros da costa síria, por um míssil do sistema antiaéreo S-200 da Síria, resultando na morte de 15 militares.

Ao mesmo tempo, quatro caças F-16 atacaram instalações sírias em Latakia. De acordo com o Ministério da Defesa da Rússia, os pilotos israelenses usaram avião Il-20 como cobertura, expondo-o ao impacto da defesa antiaérea síria.

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