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Capacetes brancos preparam novas provocações na Síria, diz enviado russo na ONU

Membros dos Capacetes Brancos estão preparando novas provocações com substâncias tóxicas na Síria, disse o vice-embaixador russo na ONU, Vladimir Safronkov, nesta quarta-feira (24) na reunião do Conselho de Segurança da ONU.
Sputnik

Safronkov observou que os Capacetes Brancos acusariam o governo sírio pelo uso de tais substâncias.

Mais cedo nesta quarta-feira (24), o Major General Viktor Kupchishin, chefe do Centro Russo para a Reconciliação Síria, argumentou que funcionários da mídia estrangeira na província síria de Hama conduziram uma filmagem falsa da "morte" de uma família supostamente devido ao uso de armas químicas pelas tropas sírias.

Em diversas ocasiões, Moscou e Damasco apontaram que os Capacetes Brancos estavam produzindo provocações envolvendo o uso de armas químicas com o objetivo de culpar o governo da Síria e dar aos países ocidentais justificativas para a intervenção no país.
A estratégia de encenar ataques para usá-los como falsa bandeira tem sido usada repetida…

Gen Ex Azevedo – Ao passar a chefia do EME cobra melhoria de salário nas Forças Armadas

O general Fernando Azevedo e Silva, em discurso feito ontem na despedida do cargo de chefe do Estado-Maior do Exército, queixou-se da queda dos recursos destinado às Forças Armadas nos últimos anos e dos salários pagos aos militares.


Tânia Monteiro | O Estado de S.Paulo
DefesaNet

BRASÍLIA - As afirmações foram feitas no mesmo dia em que o presidente Michel Temer fechou com a equipe econômica o projeto de Lei Orçamentária Anual de 2019, que será encaminhado ao Congresso, com cortes em projetos das Forças. “As Forças Armadas vêm sendo submetidas a desafios alheios à nossa destinação principal, sem receber merecido reconhecimento”.

Passagem da chefia do Estado-Maior do exército, do Gen Ex Azevedo (E) para Gen Ex Paulo Humberto, em solenidade comandada pelo Gen Ex Villas Boas.

O oficial, que transmitiu o cargo general Paulo Humberto César de Oliveira, também reclamou da falta de reconhecimento pelo trabalho que dos militares no País. “Não entendemos certos descasos dos governantes em relação aos nossos principais anseios e necessidades.”

Sem citar o processo eleitoral, defendeu a “conciliação tão necessária neste momento”, rechaçando atitudes “revanchistas baseadas no ódio”.

De acordo com o general, para atender a tantas convocações de exercer missões com “necessidades tão heterogêneas e urgentes” em vários pontos do país, “exigem preparo esmerado, recursos condizentes e remuneração compatível”.

Em seguida, o ex-chefe do EME citou palavras do comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, presente ao evento, que em seguidos discursos, tem defendido “princípios da legalidade, normalidade e moralidade”, além da “prática democrática e o fortalecimento das instituições”.

O general recordou que nos últimos dois anos chefiou um Estado Maior durante “um período turbulento, com crise econômica, social, política e moral”, e disse que, neste período, “a imagem do Exército se fortaleceu ainda mais”.

Na cerimônia, o general Villas Bôas disse que “a credibilidade” da Força, se reflete essa nova convocação do Exército, há dois dias, para executar missão de Garantia da Lei e da Ordem (GLO), em Roraima, além dos trabalhos que já estavam sendo desempenhando no Estado.

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