Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Gen Ex Azevedo – Ao passar a chefia do EME cobra melhoria de salário nas Forças Armadas

O general Fernando Azevedo e Silva, em discurso feito ontem na despedida do cargo de chefe do Estado-Maior do Exército, queixou-se da queda dos recursos destinado às Forças Armadas nos últimos anos e dos salários pagos aos militares.


Tânia Monteiro | O Estado de S.Paulo
DefesaNet

BRASÍLIA - As afirmações foram feitas no mesmo dia em que o presidente Michel Temer fechou com a equipe econômica o projeto de Lei Orçamentária Anual de 2019, que será encaminhado ao Congresso, com cortes em projetos das Forças. “As Forças Armadas vêm sendo submetidas a desafios alheios à nossa destinação principal, sem receber merecido reconhecimento”.

Passagem da chefia do Estado-Maior do exército, do Gen Ex Azevedo (E) para Gen Ex Paulo Humberto, em solenidade comandada pelo Gen Ex Villas Boas.

O oficial, que transmitiu o cargo general Paulo Humberto César de Oliveira, também reclamou da falta de reconhecimento pelo trabalho que dos militares no País. “Não entendemos certos descasos dos governantes em relação aos nossos principais anseios e necessidades.”

Sem citar o processo eleitoral, defendeu a “conciliação tão necessária neste momento”, rechaçando atitudes “revanchistas baseadas no ódio”.

De acordo com o general, para atender a tantas convocações de exercer missões com “necessidades tão heterogêneas e urgentes” em vários pontos do país, “exigem preparo esmerado, recursos condizentes e remuneração compatível”.

Em seguida, o ex-chefe do EME citou palavras do comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, presente ao evento, que em seguidos discursos, tem defendido “princípios da legalidade, normalidade e moralidade”, além da “prática democrática e o fortalecimento das instituições”.

O general recordou que nos últimos dois anos chefiou um Estado Maior durante “um período turbulento, com crise econômica, social, política e moral”, e disse que, neste período, “a imagem do Exército se fortaleceu ainda mais”.

Na cerimônia, o general Villas Bôas disse que “a credibilidade” da Força, se reflete essa nova convocação do Exército, há dois dias, para executar missão de Garantia da Lei e da Ordem (GLO), em Roraima, além dos trabalhos que já estavam sendo desempenhando no Estado.

Postar um comentário

Postagens mais visitadas