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Militares juntam-se à polícia em protesto dos "coletes amarelos". Há 31 detidos

Os militares da operação antiterrorista "Sentinela" foram mobilizados para proteger as principais instituições francesas. Ao final da manhã, os coletes amarelos eram ainda em pequeno número na capital e quase invisíveis entre a população.
Diário de Notícias

As forças armadas francesas juntaram-se à polícia, este sábado, em Paris, para enfrentar o 19º fim de semana consecutivo de protestos dos coletes amarelos contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Ao final da manhã, com os locais habituais de manifestação interditos e o reforço militar junto às principais instituições francesas, os "coletes amarelos" passavam quase despercebidos entre turistas e parisienses.

Segundo a Reuters, o governo francês decidiu mobilizar os militares da operação antiterrorista "Sentinela", depois de ter proibido os manifestantes de se reunirem nos Campos Elísios, onde no último fim de semana dezenas de lojas foram destruídas e algumas completamente pilhadas.

Além da presença …

Iêmen alveja instalações da Aramco com mísseis balísticos

A unidade de mísseis do exército iemenita e de comitês populares disparou quatro mísseis balísticos nas instalações de petróleo da Aramco em Jizan, sul da Arábia Saudita, informou a rede de TV Almasirah.


Pars Today

Além das instalações da companhia de petróleo da Arábia Saudita, os mísseis balísticos Badr-1 também atacaram uma empresa petroquímica localizada na cidade industrial de Jizan, disse Almasirah.

Resultado de imagem para Aramco
Aramco em Jizan, sul da Arábia Saudita | Reprodução


Meios de comunicação sauditas confirmaram o disparo dos mísseis, mas afirmaram que a defesa aérea do país interceptou e destruiu dois mísseis contra Jizan.

A Arábia Saudita e vários de seus aliados regionais lançaram uma devastadora campanha militar contra o Iêmen em março de 2015, com o objetivo de trazer o governo de Hadi de volta ao poder e esmagar o movimento Houthi Ansarullah do país.

Cerca de 15.000 iemenitas foram mortos e outros milhares ficaram feridos desde o início da agressão liderada pelos sauditas.

Os ataques das forças de coalizão lideradas pela Arábia Saudita não conseguiram impedir que os iemenitas resistissem à agressão. Recentemente, o exército iemenita revelou suas plataformas de lançamento de mísseis subterrâneos caseiros.

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