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Fuzileiros Navais do Brasil e dos EUA ratificam acordo de cooperação

Diálogo conversou com o Contra-Almirante (FN) da Marinha do Brasil (MB) Nélio de Almeida para conhecer detalhes dessa parceria
Por Marcos Ommati | Diálogo Américas | Poder Naval

Criar mais oportunidades de intercâmbio de conhecimento e treinamento combinado entre os Fuzileiros Navais do Brasil e dos Estados Unidos. Este é o objetivo principal de um plano de cinco anos ratificado em fevereiro de 2019 entre os representantes de ambas as forças, o Contra-Almirante (FN) da Marinha do Brasil Nélio de Almeida, comandante do Desenvolvimento Doutrinário do Corpo de Fuzileiros Navais (CFN) do Brasil e presidente nacional da Associação de Veteranos desta força, e o Contra-Almirante Michael F. Fahey III, comandante do Corpo de Fuzileiros Navais Sul dos EUA (MARFORSOUTH, em inglês). O C Alte Nélio recebeu Diálogo em seu escritório na Ilha do Governador, Rio de Janeiro, para dar detalhes do acordo e conversar sobre outros temas de interesse das marinhas do Brasil e de outros países da região e dos E…

Iêmen alveja instalações da Aramco com mísseis balísticos

A unidade de mísseis do exército iemenita e de comitês populares disparou quatro mísseis balísticos nas instalações de petróleo da Aramco em Jizan, sul da Arábia Saudita, informou a rede de TV Almasirah.


Pars Today

Além das instalações da companhia de petróleo da Arábia Saudita, os mísseis balísticos Badr-1 também atacaram uma empresa petroquímica localizada na cidade industrial de Jizan, disse Almasirah.

Resultado de imagem para Aramco
Aramco em Jizan, sul da Arábia Saudita | Reprodução


Meios de comunicação sauditas confirmaram o disparo dos mísseis, mas afirmaram que a defesa aérea do país interceptou e destruiu dois mísseis contra Jizan.

A Arábia Saudita e vários de seus aliados regionais lançaram uma devastadora campanha militar contra o Iêmen em março de 2015, com o objetivo de trazer o governo de Hadi de volta ao poder e esmagar o movimento Houthi Ansarullah do país.

Cerca de 15.000 iemenitas foram mortos e outros milhares ficaram feridos desde o início da agressão liderada pelos sauditas.

Os ataques das forças de coalizão lideradas pela Arábia Saudita não conseguiram impedir que os iemenitas resistissem à agressão. Recentemente, o exército iemenita revelou suas plataformas de lançamento de mísseis subterrâneos caseiros.

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