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Trump diz que 'certamente' entraria em guerra com o Irã, mas 'não agora'

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que consideraria uma ação militar contra o Irã para impedir que a República Islâmica consiga armas nucleares. A briga entre Teerã e Washington aumentou depois que os EUA acusaram o Irã de atacar dois petroleiros.
Sputnik

"Eu certamente vou considerar as armas nucleares", disse Trump à revista Time na terça-feira, quando perguntado sobre o que poderia levá-lo a declarar guerra ao Irã. "E eu manteria o outro um ponto de interrogação".

A reportagem não especificou se o presidente elaborou o cenário de lançar um conflito armado de pleno direito com a República Islâmica sobre seu programa nuclear. Quando um repórter perguntou a Trump se ele estava considerando uma ação militar contra o Irã agora, ele respondeu: "Eu não diria isso. Eu não posso dizer isso".

Seus comentários foram feitos um dia depois de o Pentágono ter enviado 1.000 soldados extras para o Oriente Médio "para fins defensivos".

Os Estados Unidos cu…

Insurgentes de Idlib falam em 'união' contra acordo entre Turquia e Rússia

Dois grupos de insurgentes rejeitaram o acordo realizado entre Rússia e Turquia este mês, que estabelece uma zona desmilitarizada na província de Idlib. Um dos grupos afirmou neste domingo (23) que o acordo busca "enterrar a revolução".


Sputnik

A rejeição do acordo por parte de alguns grupos de militantes demonstra problemas que poderão surgir nas próximas semanas, conforme se aproxima o prazo para desmilitarizar a zona, o que foi planejado para acontecer em outubro.

Soldados do Exército sírio na província de Idlib (foto de arquivo)
Militares sírios em Idlib © Sputnik / Ilia Pitalev

Segundo a agência Associated Press, as declarações também evidenciam a divisão entre os grupos militantes, já que algumas facções insurgentes apoiadas pela Turquia, como o Frente Nacional de Libertação, apoiaram o acordo.

O grupo Horas al-Din, que traduzido do árabe significa Guardiões da Religião, chamou o acordo que estabeleceu uma zona desmilitarizada de 15-20 quilômetros de extensão, com tropas da Rússia e da Turquia, que é membro da OTAN, de "grande conspiração". O grupo é considerado o maior de toda a província de Idlib.

Outros grupos, como a Frente Ansar al-Din, lançaram um comunicado neste domingo (23) chamando todos os grupos da região para se unirem e deixarem as diferenças de lado.

A província de Idlib é considerada a última fortaleza de insurgentes na Síria. Na sexta-feira (21), o Ministério da Defesa da Turquia relatou ainda que as áreas da fronteira desmilitarizada estabelecida pelo acordo foram escolhidas pela Rússia.

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