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EUA: sanções contra Venezuela servem como 'alerta para atores externos, incluindo Rússia'

Na última terça-feira (17), o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, culpou a Rússia e a Venezuela pela crise de refugiados observada no país latino-americano.
Sputnik

O conselheiro de Segurança Nacional dos EUA, John Bolton, anunciou nesta quarta-feira (17) que os EUA estão impondo uma nova rodada de sanções contra a Venezuela, acrescentando o banco central do país à lista de restrições. 

Segundo o conselheiro de Segurança Nacional, as sanções recém-aplicadas deveriam se tornar um alerta para "todos os atores externos, inclusive a Rússia".

Desde o início da crise política na Venezuela no início deste ano, os EUA impuseram várias rodadas de sanções, visando os setores petrolífero e bancário do país, bem como indivíduos ligados às autoridades do país.

A Venezuela está sofrendo grave crise política desde janeiro. Junto com outros países ocidentais, os EUA apoiam Juan Guaidó, que se proclamou presidente interino da Venezuela. Ao mesmo tempo, Rússia, China e Turquia, entre outros…

Insurgentes de Idlib falam em 'união' contra acordo entre Turquia e Rússia

Dois grupos de insurgentes rejeitaram o acordo realizado entre Rússia e Turquia este mês, que estabelece uma zona desmilitarizada na província de Idlib. Um dos grupos afirmou neste domingo (23) que o acordo busca "enterrar a revolução".


Sputnik

A rejeição do acordo por parte de alguns grupos de militantes demonstra problemas que poderão surgir nas próximas semanas, conforme se aproxima o prazo para desmilitarizar a zona, o que foi planejado para acontecer em outubro.

Soldados do Exército sírio na província de Idlib (foto de arquivo)
Militares sírios em Idlib © Sputnik / Ilia Pitalev

Segundo a agência Associated Press, as declarações também evidenciam a divisão entre os grupos militantes, já que algumas facções insurgentes apoiadas pela Turquia, como o Frente Nacional de Libertação, apoiaram o acordo.

O grupo Horas al-Din, que traduzido do árabe significa Guardiões da Religião, chamou o acordo que estabeleceu uma zona desmilitarizada de 15-20 quilômetros de extensão, com tropas da Rússia e da Turquia, que é membro da OTAN, de "grande conspiração". O grupo é considerado o maior de toda a província de Idlib.

Outros grupos, como a Frente Ansar al-Din, lançaram um comunicado neste domingo (23) chamando todos os grupos da região para se unirem e deixarem as diferenças de lado.

A província de Idlib é considerada a última fortaleza de insurgentes na Síria. Na sexta-feira (21), o Ministério da Defesa da Turquia relatou ainda que as áreas da fronteira desmilitarizada estabelecida pelo acordo foram escolhidas pela Rússia.

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