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Putin ameaça retaliar se EUA instalarem mísseis na Europa

Em seu discurso sobre o estado da nação, presidente russo faz ataques a Washington e promete apontar seu arsenal para os Estados Unidos e para o continente europeu se mísseis americanos atravessarem o Atlântico.
Deutsch Welle

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, alertou nesta quarta-feira (20/02) que seu país responderá a um possível envio de mísseis americanos à Europa, fazendo com que não apenas os países que receberem esses armamentos se tornem alvos, mas também os Estados Unidos.


Em seu discurso anual sobre o estado da nação em Moscou, Putin elevou o tom ao comentar uma nova e potencial corrida armamentista. Ele afirmou que a reação russa a um possível envio seria rigorosa e que as autoridades em Washington – algumas das quais estariam obcecadas com o "excepcionalismo" americano – deveriam calcular os riscos antes de tomar qualquer medida.

"É o direito deles de pensar da forma que quiserem. Mas eles sabem fazer cálculos? Tenho certeza que sabem. Deixemos que eles cal…

Insurgentes de Idlib falam em 'união' contra acordo entre Turquia e Rússia

Dois grupos de insurgentes rejeitaram o acordo realizado entre Rússia e Turquia este mês, que estabelece uma zona desmilitarizada na província de Idlib. Um dos grupos afirmou neste domingo (23) que o acordo busca "enterrar a revolução".


Sputnik

A rejeição do acordo por parte de alguns grupos de militantes demonstra problemas que poderão surgir nas próximas semanas, conforme se aproxima o prazo para desmilitarizar a zona, o que foi planejado para acontecer em outubro.

Soldados do Exército sírio na província de Idlib (foto de arquivo)
Militares sírios em Idlib © Sputnik / Ilia Pitalev

Segundo a agência Associated Press, as declarações também evidenciam a divisão entre os grupos militantes, já que algumas facções insurgentes apoiadas pela Turquia, como o Frente Nacional de Libertação, apoiaram o acordo.

O grupo Horas al-Din, que traduzido do árabe significa Guardiões da Religião, chamou o acordo que estabeleceu uma zona desmilitarizada de 15-20 quilômetros de extensão, com tropas da Rússia e da Turquia, que é membro da OTAN, de "grande conspiração". O grupo é considerado o maior de toda a província de Idlib.

Outros grupos, como a Frente Ansar al-Din, lançaram um comunicado neste domingo (23) chamando todos os grupos da região para se unirem e deixarem as diferenças de lado.

A província de Idlib é considerada a última fortaleza de insurgentes na Síria. Na sexta-feira (21), o Ministério da Defesa da Turquia relatou ainda que as áreas da fronteira desmilitarizada estabelecida pelo acordo foram escolhidas pela Rússia.

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